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Os cinemas brasileiros foram invadidos por grupos de mulheres que deixaram seus namorados em casa e foram curtir uma boa sessão de cinema ao lado das amigas, em geral arrumadíssimas (mas acho que isso não conta, já que fui conferir o filme no Shopping Iguatemi) e recém saídas do trabalho. O motivo? A estréia do tão aguardado Sex and the City. O que se vê na tela são roupas e mais roupas – umas invejáveis, outras pra lá de exageradas – e um grande desfile de grifes. Isso sem contar os sapatos de Carrie – a protagonista do longa, vivida por Sarah Jessica Parker – que têm, literalmente, um papel importante no enredo. Lugares chiques, um apartamento no Upper West Side de Manhattan de tirar o fôlego e até a fashion week de Nova York fazem parte do cenário que transpira glamour e faz qualquer uma querer ser capaz de caminhar pelas calçadas esburacadas com aqueles saltos altíssimos. São quase duas horas e meia de altos e baixos, algumas risadas são garantidas e as mais sensíveis certamente vão chorar. Mas a história não se segura durante todo o tempo – o que acontece muitas vezes quando seriados de TV viram longas.
Por Renata Sagradi
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