Enquanto a maioria (ou grande parte!) dos brasileiros que sairam na última sexta-feira foram ao show do Roberto Carlos, fiz diferente. Fui ao show – apresentação única – de um outro brasileiro: o barítono Paulo Szot. Ele estreiou no palco do Carnegie Hall, ao lado da orquestra New York Pop, da cantora de ópera Kelly O’Hara (com quem ele protagoniza o musical South Pacific) e o tenor Michael Slattery. Que trio! Que show lindo! Um dos pontos altos ainda foi a inesperada entrada de Richard Dreyffus no palco para premiar cinco professores de música de diferentes partes EUA – ganharam um troféu e cheques de 10 mil dólares. Belo exemplo que poderia ser seguido pelo Brasil, não?
Simpático, talentoso, cultíssimo, humilde (como toda pessoa de berço), e, como disse uma vez o New York Times, “seriamente charmoso”, Paulo tem uma legião de fãs aqui em Nova York. Há um mês, ele lotou o Metropolitan Opera protagonizando a ópera russa “O Nariz” e sua agenda deste ano está pra lá de lotada. Pode-se dizer aqui também: “são tantas emoções!”
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