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“Indico o livro sobre Henry Darger, um artista recluso, de Chicago. Ele era muito simples, vivia em uma casa alugada e, quando faleceu, em 1973, descobriram o trabalho de toda uma vida. Uma história que tinha 15.145 páginas datilografadas e uma infinidade de gravuras incríveis de autoria dele mesmo. Henry costumava catar revistas, jornais e outras coisas no lixo. Ele as usava como inspiração. Há um documentário sobre ele, In the Realms of the Unreal, de 2004.”
Vai lá: Henry Darger, de Klaus Biesenbach, ed. Prestel, US$ 31,45. Amazon
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