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Tava no fluxo

Os “copinhos” evitam que 10 mil absorventes sejam descartados

Tava no fluxo

em 13 de novembro de 2015

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O coletor menstrual, chamado carinhosamente de “copinho”, não é nenhuma novidade. Falamos sobre ele em 2011 na matéria “Incomodada ficava sua avó”, mas agora ele caiu nas graças das brasileiras, com diversas marcas, cores, tamanhos e fabricação nacional. A Inciclo conta que o aumento de vendas em relação ao mesmo período do ano passado chega a praticamente 1.000%. A Me Luna revela que a empresa quase não dá conta da demanda. Para a Holy Cup! esse aumento tem como fonte as mulheres mais jovens, que chegam através das mídias sociais.

E a massa quer saber: quando vai chegar na farmácia? Lysane Condessa, da Me Luna, explica que uma das dificuldades é a regulamentação.“Não existe uma classificação na Anvisa sobre coletores. Teoricamente, o produto não existe aqui no Brasil.”


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