Publicidade
O coletor menstrual, chamado carinhosamente de “copinho”, não é nenhuma novidade. Falamos sobre ele em 2011 na matéria “Incomodada ficava sua avó”, mas agora ele caiu nas graças das brasileiras, com diversas marcas, cores, tamanhos e fabricação nacional. A Inciclo conta que o aumento de vendas em relação ao mesmo período do ano passado chega a praticamente 1.000%. A Me Luna revela que a empresa quase não dá conta da demanda. Para a Holy Cup! esse aumento tem como fonte as mulheres mais jovens, que chegam através das mídias sociais.
E a massa quer saber: quando vai chegar na farmácia? Lysane Condessa, da Me Luna, explica que uma das dificuldades é a regulamentação.“Não existe uma classificação na Anvisa sobre coletores. Teoricamente, o produto não existe aqui no Brasil.”
LEIA TAMBÉM
MAIS LIDAS
-
Tpm
Martine Grael: “Ter uma mulher no leme ainda mexe com o ego de muita gente”
-
Tpm
Xica da Silva: símbolo de empoderamento ou de hipersexualização da mulher negra?
-
Tpm
Pequenas moralidades
-
Tpm
Pervcam: o close que não queremos mais ver na Copa
-
Tpm
Elas pagam a conta: por que a autonomia financeira é ferramenta indispensável para o destino de qualquer mulher?
-
Tpm
Angela Davis vem à FLIP pela 1ª vez. Aqui estão 5 livros para mergulhar na obra de uma das maiores feministas dos nossos tempos
-
Tpm
Frida Kahlo: como se faz um ícone
Publicidade