Sofro, logo existo
Angélica e Tati Bernardi trocam paranóias e revelam como aliviam a ansiedade, a culpa e outros fantasmas
Créditos: Reprodução
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Suor, ansiedade e resiliência. Quando duas mulheres se encontram para falar abertamente, verdades transpiram. Numa conversa franca durante a Casa Tpm, a apresentadora Angélica e a escritora Tati Bernardi contaram suas experiências com a síndrome do pânico e dividiram estratégias para este 2021 ainda pandêmico. Vida em família, trabalho (em excesso), pausas necessárias e remédios psiquiátricos entraram na pauta.
“Quando comecei a ter pânico, ia para a academia, suava e tal. E só piorava. O que meu corpo queria era descansar”, contou Angélica. E Tati complementou: “Sempre tive uma preguiça enorme de me exercitar, mas às vezes é onze da noite e acho que poderia correr a paulista inteira pelada de tão ansiosa.” Quando a gente fala abertamente sobre nossos labirintos e as saídas que encontramos, percebemos como histórias de vida diferentes podem se encontrar na frase do filósofo indiano Jiddu Krishnamurti: “Não é sinal de saúde estar bem adaptado a uma sociedade doente”.
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