Trio ternura
David Bowie amava Lou Reed, que amava Nico, que amava Iggy Pop
Créditos: Divulgação
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David Bowie amava Lou Reed, que amava Nico, que amava Iggy Pop, que não amava ninguém. Os personagens dessa “quadrilha” podem não ter vivido casos de amor com final feliz, mas a atração que um sentiu pelo outro em diferentes momentos do fim da década de 1960 e começo da década de 1970 redefiniu os rumos do rock e do pop: o punk, o glam e a new wave são só alguns de seus filhos bastardos.
A história sobre esse entrelaçamento está contada no livro Dangerous glitter (ed. Veneta), do jornalista inglês Dave Thompson. Com detalhes muitas vezes ignorados pela biografia oficial, o autor mostra como esses ícones estiveram numa pior antes de colaborarem entre si em alguns de seus melhores discos (Transformer, The Rise and Fall of Ziggy Stardust, Lust for Life).
Vai lá: Dangerous Glitter, ed. Veneta, R$ 79,90
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