Além do que se vê

Física quântica, história, cosmologia, metafísica ou até alquimia podem ser pontos de partida para as obras de Sabrina Barrios

Cada projeto da brasileira Sabrina Barrios começa com pesquisa variada: física quântica, história, cosmologia, metafísica ou até alquimia podem ser pontos de partida para suas obras. “É como se eu fosse uma esponja, que após absorver tanta informação precisa de alguma forma jogá-la de volta para o mundo”, diz. “Traduzo tudo em arte.”

Algumas das pinturas de Sabrina ilustram as páginas das colunas da Trip 253 — e é neste suporte que ela se sente mais livre. “Vou criando camadas em cima de camadas de tinta, e as vejo como cicatrizes. Como experiências que construíram quem eu sou”, conta. “É como, se através das pinturas, que vão viver por muito tempo, eu pudesse deixar mensagens para uma civilização que ainda não existe.”

Vai lá: sabrinabarrios.com

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