em 2 de abril de 2014
Tempo
Não há mais o tempo que possa
Somente o tempo que resta
Porque o medo de morrer
Só existe em quem esta vivo
Embora viver mesmo
Talvez fosse saber o que fazer
Com a vida que temos
Já que todo limite exige ultrapassagem
No desarrumado mundo da natureza
Guardo da vida
O que a vida não me guardou
Quero descanso, dormir cheio de sono
E apenas abrir o próximo momento
Nada é tão estranho como imaginamos
Quase sempre é bem mais estranho
Do que conseguimos imaginar
No labirinto do tempo, sou Minotáuro
A investir contra a longa busca
Da vida satisfatória.
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