Jardins da infância
A arte da pintora Carla Barth é o que a arte naïf poderia ser se não fosse tão ingênua
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A pintora Carla Barth dá a mão à fantasia e vai passear entre as alucinações magníficas do cineasta chileno Alejandro Jodorowski e a simplicidade da raw art. Suas pinturas, cheias de criaturas oníricas e às vezes psicodélicas, são o que a arte naïf poderia ser se não fosse tão ingênua. A gaúcha de 33 anos, que ilustra as colunas desta edição, já teve seus trabalhos publicados na França, na França, na Inglaterra, em Barcelona e, claro, no Brasil.
O Brasil é o país do futuro?
Cresci escutando essa frase, gostaria que fosse uma país decente politicamente e socialmente mais digno.
Você acredita em Deus?
Acredito em algo positivo, na constante evolução da humaniadade. Creio no uno e na responsabilidade individual de cada um. Simpatizo com a filosofia budista.
O que é imperdoável?
A negligência da sociedade com o meio ambiente, a crueldade com animais…
O que é inesquecível?
Além do 11 de Setembro? A infância e a adolescência…
O que você apagaria da sua memória?
Apagar algo, mesmo que ruim, seria trapaça. Tudo faz parte da minha história, tenho de conviver.
Vai lá: www.flickr.com/preza
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