Mauricio de Sousa: a imaginação não tem limites
"Sou fã de quadrinhos, mesmo com todas as plataformas de comunicação que estão sendo criadas. É muito difícil que alguma coisa substitua o papel pintado"
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Em 1959, Mauricio de Sousa desenhava em uma tirinha de jornal os primeiros personagens do que seria o mais bem sucedido quadrinho já produzido no Brasil.
“Ainda não consegui passar para o pessoal do estúdio fazer o Horácio que eu criei ou do jeitinho que quero. Então, sou escravo do Horácio”
Mauricio de Sousa
Em 58 anos de existência, as histórias da Turma da Mônica já foram publicadas em mais de 100 países e, embora desenhadas e escritas por uma grande equipe, seguem recebendo retoques e aprovações de seu criador. “Hoje não estou obrigado a manter uma produção de desenho. Mas, normalmente, vejo o material, dou uma consertadinha aqui, uma orientação ali. Meu desafio é com respeito ao tempo. Eu gostaria de ficar contando histórias para sempre, mas como não existe para sempre, vou ficar contando histórias enquanto eu puder.”
O pai da turminha conversou com o Trip TV sobre bloqueio criativo, gibis nos tempos de internet e os sapatos do Cebolinha.
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