Tia Dag da ONG Casa do Zezinho
A pedagoga conta como a ajuda que dava no quintal de sua casa se transformou na ONG Casa do Zezinho
Por Redação
em 5 de junho de 2007
Doze anos atrás ela arregaçou as mangas e colocou, literalmente, a mão na massa.
Na região do Capão Redondo, um dos bairros mais violentos da cidade São Paulo, a pedagoga Dagmar Garroux, ao lado do marido, o artista plástico Saulo Garroux, ergueu a Casa do Zezinho, um centro de educação, diversão e cultura.
Sem perceber, Dagmar virou a Tia Dag e acabou transformando uma comunidade inteira. No começo, a Casa do Zezinho reunia apenas doze crianças. Atualmente cerca de mil e quinhentos jovens com idade entre 6 e 21 anos passam por lá. Outros mil estão na fila de espera.
Quem consegue uma vaga tem à disposição dezessete oficinas, como aulas de música, de teatro, de informática e até de padeiro. A molecada também usufrui de quadra poliesportiva, piscina, refeitório, horta, consultório médico e odontológico.
A Casa do Zezinho é, sem dúvida, uma das organizações não governamentais mais bem-sucedidas do Brasil. O nome foi inspirado naquele famoso poema do Carlos Drummond de Andrade, “E Agora, José?”.
A Tia Dag, que foi a nossa entrevistada nas Páginas Vermelhas da revista Tpm que está nas bancas, vai falar com a gente sobre assuntos bem interessantes.
De como surgiu a idéia de construir a Casa, das dificuldades que encontrou – e ainda encontra – no dia-a-dia da instituição, e dos problemas mais punks que teve de enfrentar nesses doze anos de estrada.
Nossa reportagem também foi às ruas de São Paulo para saber o que mais incomoda as pessoas em suas comunidades e quais os maiores desafios para implementar melhorias nas respectivas regiões.
Daqui a pouco, então, Tia Dag aqui no Trip FM.
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