Gerald Thomas
O dramaturgo fala de sua compulsão por sexo, antidepressivo e suas ex-mulheres
Com mais de 70 peças encenadas, esse diretor de teatro mezzo carioca, mezzo americano e mezzo alemão divide opiniões. Enquanto alguns o consideram um dos maiores dramaturgos brasileiros na ativa, outros o apontam como o supra-sumo da egolatria e do mau humor. Mas, quando o assunto é compulsão por trabalho, ninguém discorda. E realmente o cara é uma máquina de fazer teatro. Ele, que já trabalhou como ilustrador, motorista de ambulância, degustador de café e até garoto de programa, aos 51 anos desfruta do privilégio de ganhar a vida sobre o tablado. Atualmente está em cartaz no teatro do Sesc Vila Mariana, em São Paulo, com Asfaltaram a Terra, um projeto ambicioso que engloba quatro peças diferentes, apresentadas duas de cada vez, em dias alternados. Além de escrevê-las e dirigi-las, numa delas também protagoniza um encontro imaginário com o dramaturgo irlandês Samuel Beckett. E não é ficção, não. O cara realmente foi amigo do Beckett durante anos. Ex-marido da atriz Fernanda Torres e da cenógrafa e cineasta Daniela Thomas, o carioca Gerald Thomas é o nosso convidado. E ele está aqui pra falar sobre a experiência de ser garoto de programa em Nova York nos anos 60, sua compulsão por sexo, antidepressivos, suas ex-mulheres e, é claro, sobre teatro também.
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