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Foto: Zuleide, nossa parteira-guia no Amapá, entre a fotógrafa Julia e a repórter Ariane
A equipe da Tpm viajou para o Amapá, o meio do mundo e o fim (ou começo) do Brasil, por onde passa a linha do Equador, que divide o planeta em Hemisfério Sul e Hemisfério Norte. Fomos lá porque este é uma das regiões com maior número de parteiras no Brasil – algo em torno de 2,6 mil mulheres no ofício (segundo a assessoria de imprensa do governo do Estado) e apenas um homem, que, claro, também foi entrevistado pela Tpm. Tudo isso para uma grande reportagem sobre parteiras que estamos preparando ainda para este semestre. Conhecemos de perto a sabedoria tradicional dessas mulheres, que são autoridades máximas em regiões onde não chega nem algodão para fazer curativo no cordão umbilical. E fomos muito bem-recebidos não apenas por elas, mas por todos. Mais que isso, a certa altura a proposta se inverteu e nossa equipe é quem respondia entrevistas e posava para fotos ao lado do assessor de imprensa do governo, que nos emprestou uma lancha para visitarmos o arquipélago de Bailique. Não fosse a boa vontade da equipe dele e da Secretaria Extraordinária de Política para Mulheres (que viabilizou nossa viagem) não teríamos tempo disponível para ir ao lugar. A viagem, que pode durar até três dias num barco comum, foi feita em pouco mais de três horas. Durante o trajeto, a reportagem da Tpm deu até autógrafo nas páginas iniciais da revista! Nossa presença virou notícia em vários jornais da região e saiu uma matéria no site do governo (www.amapa.gov.br e www.amapadigital.net, está em “Outras Notícias”, do dia 9/04). Agradecemos a atenção, apoio e disponibilidade. Uma verdadeira lição de humanidade. A reportagem das parteiras e outras descobertas que fizemos por lá, vocês conferem em próximas edições da revista e em videorreportagens e textos exclusivos no site.
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