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Pratas da casa: Ricardo Braga

No papo desta quarta-feira conheça o Braga, analista financeiro da editora Trip

1. Meus pais e meu irmão. 2. Passeio ao zoológico. 3. Em Goiânia. 4. Em Maresias, graças ao Triplus. 5. Com a enteada

1. Meus pais e meu irmão. 2. Passeio ao zoológico. 3. Em Goiânia. 4. Em Maresias, graças ao Triplus. 5. Com a enteada / Créditos: Arquivo pessoal


em 7 de outubro de 2009

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Nesta seção, atualizada toda quarta-feira, publicamos uma entrevista feita por algum funcionário da casa. O entrevistado também sempre será da Trip. Criada originalmente para o blog interno da editora, fez tanto sucesso que resolvemos compartilhar com os leitores do site. Esta semana, repescamos uma entrevista que Carla Arakaki, da produção da revista customizada Natura, fez com Ricardo Braga, analista financeiro na editora.

Bragolinooo, me avisa quando estiver tranquilo para nosso Papo da Quarta?
Ih, esta semana está ruim, estou mexendo nos pagamentos da galera!

Opa, e quem sou eu para incomodar durante uma atividade tão nobre? Só que o moço ocupado acabou me dando pouco tempo e a entrevista ficou um pouco curta.

Por Carla Arakaki

Ricardo Braga, 30 anos, analista financeiro. Sempre bem-humorado, ele é agilizado, prestativo e inteligente. Poucos dos que passam pelo financeiro hoje em dia sabem de sua belíssima trajetória dentro da firma. Entrou na Trip como office boy, através de uma indicação de um amigo que conhecia a Ana Paula Wehba. “Eu conheci o Nivaldo com raiva dele, pois senti que minha vaga estava sendo ameaçada, já que ele entrou como motoboy. Alguns anos trabalhando juntos e acabamos formando uma grande amizade, hoje já o considero um irmão”.

Após uns quatro anos no cargo de office boy, com a saída da Ana Paula Accica, surgiu uma vaga no financeiro e o Suda (ex-diretor administrativo financeiro) deu a ele a oportunidade de trabalhar como assistente. Lembro dele comentando o quanto o Braga iria longe. “O Suda foi uma espécie de ‘fada madrinha’, pois acreditou muito em mim e me apoiou. Devo muito a ele por estar onde estou.”

Foi bem nessa época, na antiga Trip da Rua Lisboa (mais especificamente na saudosa “caverninha”), que dividi mesa e gaveteiro com o Braga, já que eu cuidava da circulação da revista e ele ajudava no financeiro. Dedicado, aprendia tudo com facilidade. Daí para analista financeiro I e, atualmente, analista financeiro II foi um pulo. “Foi uma grande trajetória de aprendizado, e alguns nomes de pessoas não posso deixar de citar, pois foram muito importantes em toda a minha permanência, como minha primeira gerente financeira, Simone, e a Mônica, que, para quem não sabe, já trabalhou no financeiro da Trip.”

Tem alguma história engraçada da época que era office boy?
Teve uma vez que fui com a Mônica ao banco e, nessa época, ela só usava saia curta. Tive que ficar aguentando as piadinhas dos outros boys, ela simplesmente parou a agência na Paulista.

Alguém já puxou o seu tapete?
Graças a Deus não e, se tentaram, não conseguiram, pode ter certeza.

O que você faria se não fosse analista financeiro?
A Bettina já está segurando minha vaga no RH.

Quais são seus planos para os próximos anos?
Meu único plano para o próximo ano é aguardar a chegada do meu filho(a).

E como você se imagina daqui a 30 anos?
Aposentado numa chácara no interior, longe da correria de São Paulo.

O que aconteceu com você, em um momento um solteirão inveterado e agora casado e pai de três filhos (dois enteados e um a caminho)?
A vida passa, a idade vai chegando, um garoto, antes solteiro inveterado, torna-se um homem com responsabilidades. Daqui a alguns meses meu filho(a) virá!

 

 

O que você gosta de fazer durante seu tempo livre?
Ficar com a minha família e tomar minha cervejinha. Futebol é lei. Cerveja é prazer.

Conte um pouco sobre sua família (pai, mãe, irmãos).
O que posso dizer sobre meus pais? Eu os amo muito, são pessoas muito especiais em minha vida, não saberia hoje viver sem eles, assim como meus irmãos.

Qual a melhor viagem que você já fez? E qual gostaria de fazer?
A melhor viagem que já fiz foi pra Goiânia, na qual andei pela primeira vez de avião. Gostaria muito de fazer uma viagem pelo Nordeste.

 

6. Lazer no fim de semana. 7. Minha família, Milca, Emily e Bruno. 8. Com a esposa numa churrascaria. 9. No Canindé vendo o time do coração. Vai, mengão!
6. Lazer no fim de semana. 7. Minha família, Milca, Emily e Bruno. 8. Com a esposa numa churrascaria. 9. No Canindé vendo o time do coração. Vai, mengão! / Créditos: Arquivo pessoal

 

Já fez alguma coisa da qual se arrependeu? Nada de respostas clichês como “não me arrependo de nada do que fiz, pois tudo é aprendizado.”
Só me arrependo das coisas que não fiz, como não ter viajado mais quando solteiro e não ter conhecido vários lugares, pois agora, casado, fica mais complicado financeiramente, as responsabilidades dobram.

Se você pudesse ter três desejos atendidos agora, quais seriam?
Ter uma vida financeiramente estável e bastante saúde, o restante vai se conseguindo com o tempo, pois tudo que vem fácil vai fácil, o que se conquista é mais prazeroso.

Como é uma refeição perfeita para você?
Uma deliciosa feijoada que não dispenso às quartas-feiras, principalmente quando faz frio.

Música ou televisão? Qual banda/programa preferido?
Adoro os dois, não tenho uma banda preferida, curto de tudo um pouco, do sertanejo ao rock. Na TV gosto de uma novelinha e de programa de esporte.

Hoje em dia você tem um gaveteiro só seu?
Ah, Carlinha, depois que você saiu do financeiro não divido gaveteiro com mais ninguém, ele é todo meu.

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