por Nina Lemos

Catalogamos os maiores chatos da crise política atual. E, sim, você pode ser um deles

Sabe aquele amigo que entra na sua página só para discordar de você? E aquele primo que manda um inbox te chamando de burra e acha que isso é conversa civilizada?

1. O Ocuppy Facebook do alheio
O tipo mais irritante e o com mais risco de tomar block. Ele vai na página da pessoa que postou apenas uma foto feliz em uma manifestação (seja “pelo impeachment” ou “contra o golpe”) e despeja seus argumentos de guerra. Escreva o que você pensa no seu Facebook, obrigada.

2. O terrorista do Inbox
Geralmente trata-se de alguém da família, alguém que pensa diferente de você e numa nesga de controle não comenta na sua página para evitar confusões maiores. Mas não resiste e fala tudo que quer (e mais um pouco) por Inbox. Como não brada em público, se sente à vontade, te chama de burra e tenta te convencer do inconvencível. Pior: no fim, chama isso de conversa “civilizada”.

3. O ativista das indiretas
Tem mania de escrever no Facebook ou no Twitter posts que começam com: “Quero ver (complemente com: petralha, isentão, coxinha ou reaça) reclamar agora!”. Falando sério, qualquer um que escreva coxinha, reaça, isentão ou petralha já pode ser considerado um chato das indiretas!

4. O compartilhador maluco
Compartilha qualquer texto que valide a sua opinião. Claro, ele nem lê. Só depois de alertado se toca que era uma reportagem de 1995. Ou um post do Sensacionalista.

5. O surtado do WhatsApp de família
Não quer saber o que os parentes pensam dessa loucura que virou o Brasil. O importante é gritar sua verdade. Passa o dia mandando textos irados para o grupo de WhatsApp, USA LETRAS GRANDES e quando alguém reclama do excesso de textos políticos manda: “A verdade dói, né?”.

Se identificou? Respire e repense. Há vida além da ira, do ódio e do combate.

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