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Nos ares cordobeses

Um pouquinho da minha passagem por Córdoba

Nos ares cordobeses

Por Ana Manfrinatto

em 20 de novembro de 2010

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Daí que no final de semana passado eu fui pra Córdoba, a segunda maior cidade da Argentina… super antiga, repleta de construções da época dos jesuítas, com montanhas ao redor, céu azul, clima seco e árvores de jacarandá carregadas de florzinhas roxas por todos os lados.

Abaixo, alguns highlights da viagem.

Catedral de Córdoba
A construção da Catedral de Córdoba começou em 1580 e, por isso, faz com que ela seja a construção colonial íntegra e funcional mais antiga da Argentina. Não é à toa que a igreja é considerada um monumento histórico nacional.

El Pan de Azúcar
É uma confeitaria antigaça (no estilo da Confeitaria Colombo do Rio) que está na Plaza San Martín, a mesma da Catedral. Além de ter pirado com a loja, eu pirei com os alfajores de fruta vendidos no lugar, que são deliciosos, e com a embalagem de papel retrô, que é LINDA. Tanto é que eu voltei com três caixas de alfajores sortidos na mala.

Gran Hotel Victoria
O hotel é o máximo! Ele fica bem no centro de Córdoba e foi inaugurado em 1914, o que faz dele o primeiro hotel da cidade dotado de água corrente e banheiros individuais. Ele foi comprado por um destes grupos grandes e as partes comuns estão todas reformadinhas e com cara de modernas, só que o quarto parecia os da casa da minha bisavó: pé direito altíssimo, janelão, portão e mobiliário de época. Sem falar que o Gardel se hospedava no lugar.

Di Solito
Este é o nome do cantinão no qual eu nunca teria jantado se não tivesse guias locais. As massas, obviamente caseiras, só são servidas na hora do almoço. E à noite o carro chefe da casa é a pizza, que tava bárbara: de mussarela, roquefort e pêra coberta com açúcar mascavo. Muito, muito, muito boa.

Quem vai pra Códoba também não pode deixar de tomar fernet com Coca-Cola, já que o drinque mais consumido pelos jovens portenhos é mesmo típico de lá. E também a cerveja local, obviamente batizada de Cerveza Córdoba. Eu só marquei de não ter conhecido o Museu de Ciências Naturais. Fica pra próxima!

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