Por Redação
em 9 de janeiro de 2007
Era uma vez dois caipiras de óculos. No fim de 2005, os chapinhas ianques arrendaram uma gleba .com. Plantaram um macete pra levar pipoca ao teclado de seus clientes e pra troca de vídeos via internet. A gleba virou sítio. O sítio, cevado pelo esterco que mais rende nesse mundinho a cabo, informação, acabou numa fazenda, chamada Youtube. E daí que você, eu e todo mundo passamos a torrar um sem número de minutos exercitando o ócio com divertidos filminhos. Pois então, lá pro meio do ano passado, uma moça e uma sunga chamaram areia, mar e céu de quatro paredes e lambuzaram seu amor com algas… Alguém filmou. Esse alguém jogou as paredes, o amor e as algas no Youtube. Deu zebra… A moça e a sunga reclamaram. A Justiça mocajuba fez cumprir a lei. Mandou brasa na salivação alheia. Tirou do ar a fazenda. Consta que desde ontem, pelo menos cinco milhões de brasileiros estão proibidos de ver não apenas a moça, a sunga e as algas, mas toda sorte de piadinhas, shows, animações e quejandos. Há muito choro, muito sofrimento no reino. Mas aí pintou o milagre. Um desses Merlins da tecnologia, consultado pela gentalha nacional, ensinou uma poção pra quebrar o feitiço da sunga. Ele picou uma trilha de volta à fazendinha… Mas como a gente tem medo do rei e da grande boca da vovózinha, pedimos que você não clique aqui e não descubra um jeito mole de voltar a tirar leite da fazenda Youtube…
LEIA TAMBÉM