Música pra meninas e sobre meninas
Conheça o Dee, o jornalista apaixonado por vocais femininos que vai escrever sobre música no site
O Dee
Por Redação
em 15 de maio de 2013
Dee Freitag, 24, nasceu na cidade de São Paulo, mas vive desde criança no Paraná. Ele estuda jornalismo e trabalha com mídias sociais pra uma marca de moda. Mas o Dee é, antes de mais nada, completamente apaixonado por vocais femininos. Coleciona CDs desde que se lembra, e há três anos através do blog Pick Up The Headphones destaca nomes da nova música.
A partir de hoje, e sempre quinzenalmente, ele começa a colaborar com o site da Tpm com a seção Música pra meninas e sobre meninas. Com a curadoria afinada do jornalista, a gente pretende falar ainda mais de música, e claro, de vozes femininas – interesse dele e nosso também.
Pra conhecê-lo melhor e entender a relação que tem com o universo musical, batemos um papo com ele.
Tpm. Como começou sua relação com a música?
Dee. Pra mim, música é a melhor forma de comunicação, sempre foi. É dizer o que sinto, penso e vivo através dela. Eu não sei te dizer onde e como começou, o que sei é que ela sempre foi muito presente.
É fanático por alguma banda ou cantor/cantora? Sou fanático por Alanis Morissette. Dizer isso, hoje em dia, não tem o mesmo efeito que em 1996, mas é um amor de adolescente, entende? Acho que vou continuar gostando por um longo tempo. Também gosto muito de Fiona Apple e David Bowie.
Que tipo de música mais gosta? Escuto de tudo – do indie rock à disco, da MPB ao blues. Atualmente tenho ouvido muito shoegaze e post-punk, mas não tenho preferência por um estilo só. Se eu gostar do som, fico escutando por um bom tempo.
Seu show da sua vida. São vários, mas ano passado realizei o sonho de ver Alanis de pertinho. Depois, em novembro, vi Gossip e Garbage em uma única noite. O show de Florence + The Machine no último Summer Soul Festival também foi impecável.
O possível show da sua vida. Aquele que você não viu ainda, mas sonha em ver. David Bowie com uma possível turnê do novo álbum no Brasil.
O disco da sua vida. “Jagged Little Pill”, da Alanis Morissette e “Hunky Dory”, do David Bowie.
Prefere ouvir meninas nos vocais, né? Sim, e se eu for somar o que escuto atualmente, a maior parte será de vocais femininos. Gosto muito dessa nova leva de cantoras que experimentam tudo quanto é tipo de sonoridade para dar forma à nova música. Tenho ouvido muito o último disco da Grimes, o novo da Little Boots e a revelação de 2013, MS MR.
Como começou o Pick Up The Headphones? O Pick Up The Headphones surgiu em 2010, em uma época onde os blogs voltaram como uma ferramenta útil na divulgação de novas bandas e festivais. Antes disso eu já trabalhava com algo parecido na Freak! – produtora de Porto Alegre que mantinha festas mensais promovidas por Ale Cartier. Percebi que no Brasil haviam pouquíssimos blogs que revelavam bandas realmente boas com conteúdo completo e atualizações diárias, foi dessa necessidade que comecei.
Entre tantos temas, você resolveu escrever sobre música. Por que? É o que movimenta a vida, não é? A trilha sonora dela. Falar de música foi um dos motivos que me levaram a seguir em frente com este projeto. Acho que ela melhora a vida.
Vai lá: pra conhecer o trabalho dele no Pick Up The Headphones, www.pickuptheheadphones.com
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