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Manifesto pela volta do salpicão!

Quando éramos crianças, íamos a casamentos para comer maravilhosas saladas de maionese, mas, de um tempo para cá, decretaram que essas comidas são cafonas. Para, vai!

Manifesto pela volta do salpicão!

em 20 de maio de 2015

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Quando éramos crianças, ir a um casamento significava comer salpicão de frango, arroz e farofa. O tempo passou, alguém inventou que o salpicão era cafona e pronto: os casamentos viraram um lugar para comer o que comemos sempre em restaurantes por quilo: ravióli (o preferido das noivas, com molho de tomate e muçarela), algum outro tipo de massa e saladas. Gente, não! Isso é a comida do quilo. 

Claro que os casórios mais sofisticados servem coisas exóticas, como cestinha de risotos, minirrocamboles de espinafre e crostini de pera ao vinho. Mas nada no mundo vai superar o salpicão, que era servido em pratos de plástico e comido com garfinho mini. Delícia. Mas isso datou.

Agora, está na moda fazer casamento até com comida de boteco, tipo escondidinho de carne e caldinho de feijão, mas nada do salpicão de maionese! E nada da maionese de batata também, há um tempo decretaram que a maionese é uma coisa horrível, cafona e perigosa.

Pois chega de massas com o mesmo gosto! Pela volta do salpicão! E que ele não venha em versão gourmetizada, mas que seja o bom e velho salpicão de sempre, com frango, passas, cenoura e… MAIONESE. E que a maionese não seja vegana.

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