
Foram anos de especulação em torno do fim da banda, que, enfim, aconteceu. Agora, Sandy é Sandy, Junior, Junior. Depois de 17 anos, o “e” foi pro brejo, junto com aquele estilo sustentado por anos pela dupla. Junior agora é homem sério, e vai seguir na carreira de produtor. Sejamos justas, o ex-caipira é bem esforçado musicalmente. Ele pode não ter o charme da irmã, a voz, ou mesmo a atenção, mas faz acontecer. Ponto para ele. Já Sandy, a ninfeta que mais mexe com o imaginário masculino, vai usar a bela e afinada voz e cantar. Pelo visto, ela se programou durante anos para se tornar uma grande intérprete, daquelas que ficam imortalizadas. Potencial a menina tem, falta saber se o mau gosto musical ficou no passado junto com o “e”, ou se está no sangue.
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