Publicidade

Como vocês sabem, Nina Lemos, colaboradora da Tpm, é também uma das mães do blog O2 Neurônio. E lá ela escreve uma pérola atrás da outra. Como somos todas da mesma casa, pedimos para Nina para reproduzirmos algumas notas aqui. E ela topou. Começamos hoje, com o texto abaixo. Divirtam-se!
Boicote o BBB… e viva!
É com orgulho que declaro: essa que vos escreve não assistiu nenhum, repito, nenhum, episódio do Big Brother Brasil que passa na TV no momento. “Mas como assim? Antes você assistia?”, perguntam os assustados. Pois sim. Assistia. Com gosto. Mesmo sabendo que era muito ruim, uma espécie de fim da humanidade e uma afronta a tudo aquilo que eu acredito na vida. Assistia porque não sou perfeita. E fiquei viciada naquela coisa.
Mas esse ano não vai ser igual a aquele que passou. Não vai não. Por isso, tomei a decisão sábia. Fiz uma promessa. E nem pedi nada em troca. Só que boicotar o BBB é tão bom que coisas incríveis começaram a acontecer sem que eu nem pedisse nada para algum santo ou diabo. A minha vida melhorou. Eu juro. Até pulei Carnaval no meio de uma massa humana sem ter síndrome do panico!
E o que isso tem a ver com boicotar o BBB? Tudo,minha gente! Nada como largar uma coisa que te faz mal. E não só para você, não, para o mundo. Eu recomendo. É maraviilhoso. Principalmente quando as pessoas começam a falar dos personagens e você, serena, responde: “não sei, eu nunca vi”.
Como dizia o samba do Cacique de Ramos, “esse ano eu não vou dar bobeira”. Pelo menos quando o assunto é televisão.
(Nina Lemos)
LEIA TAMBÉM
MAIS LIDAS
-
Tpm
Martine Grael: “Ter uma mulher no leme ainda mexe com o ego de muita gente”
-
Tpm
Pequenas moralidades
-
Tpm
Pervcam: o close que não queremos mais ver na Copa
-
Tpm
Frida Kahlo: como se faz um ícone
-
Tpm
Elas pagam a conta: por que a autonomia financeira é ferramenta indispensável para o destino de qualquer mulher?
-
Tpm
Angela Davis vem à FLIP pela 1ª vez. Aqui estão 5 livros para mergulhar na obra de uma das maiores feministas dos nossos tempos
-
Tpm
Xica da Silva: símbolo de empoderamento ou de hipersexualização da mulher negra?
Publicidade