Bem na foto
Modelo, fotógrafa, barwoman, apresentadora, diretora de cinema, mãe... e são apenas quatro
em 6 de agosto de 2009
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Chris, que fez colegial com aQuem vê a carioca Chris Nicklas, 42, apresentando o Tamanho Único ou boletins do São Paulo Fashion Week, no GNT, não imagina que em casa ela é “um mulambo”. “Se pudesse, passaria a vida de Crocs”, confessa a ex-modelo, que, quando precisa colocar um salto, brinca: “Quanto vou ganhar?”. A mãe dos gêmeos Lucas e Nina, 6, já morou no Japão, quando era modelo, e ficou conhecida como VJ da MTV, de 1992 a 2000. De lá, migrou para o GNT e aprendeu a ver a TV apenas como uma indústria. “Tem que passar por ela com sabedoria, não pode se apegar”, ensina. |
Mari, que foi modelo com a . . .
Mari Stockler tem mania de falar “bacana” e quer ser sempre “xóven”. Esta paulistana de 44 anos foi modelo, figurinista e hoje faz direção de arte, por exemplo, no Fashion Rio deste ano, e dá consultoria para a Cantão. Desde criança frequenta museus e concertos – onde agora leva as filhas Maria, 7, e Cecília, 4. Casada com o artista Carlito Carvalhosa, Mari tem na garagem um cavalo tamanho real, de um desfile de Sommer. Seu trabalho mais famoso é o livro de fotografia Meninas do Brasil, de 2002. Com conhecimento de causa, ela arrisca: “A maior mentira de todos os tempos é o Photoshop”. |
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. . . Paula, que conheceu, no Rio,A fotógrafa carioca Paula Prandini, 38, já foi modelo, morou no Japão e em Paris, teve restaurante, trabalhou em jornais e revistas, passou férias sozinha em Trancoso e fotografou Diários de Motocicleta. Mas descobriu a liberdade com a chegada das gêmeas Miranda e Capitu, 6, e de Noah, 3. “Depender e ter gente dependendo de você é libertador”, garante. Apesar de simpatizar com o candomblé, é casada com o cineasta judeu Jonathan Nossiter e dirige o documentário Vinhos de Chinelo, sobre a busca por vinhos tipicamente brasileiros. Mas o que a realiza é acordar com os pequenos em sua cama. |
a Beatriz
A vida da paulistana Beatriz Pernambuco, 31, sempre dá um pulo no passado antes de seguir. Cresceu vendo o pai misturar sucos de frutas aos líquidos alcoólicos do bar de casa. Já na faculdade de turismo, Bia venceu o campeonato paulista de bartender. “Com a batida de damasco!”, conta, rindo a cada duas frases. Em 2002, levou o quinto lugar na mesma competição mundial e criou o primeiro bar de cachaça num hotel cinco estrelas de São Paulo, o Grand Hyatt. Hoje, mora no Rio de Janeiro e trabalha numa importadora de vinhos – casada com o cara em quem deu o primeiro beijo da vida |
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