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Os passivos sofrem mais
Estudo feito em universidades norte-americanas – e divulgado pela ONG norte-americana antitabagista ASH (Action on Smoking and Health) – provou: crianças que foram fumantes passivas até os dez anos de idade, ao chegarem à idade adulta (acima dos 40) tiveram uma incidência de câncer no pulmão 40% maior do que quem não foi fumante passivo na infância. Sabe-se hoje que quem inala substâncias tóxicas presentes no tabaco sofre alterações em seu DNA – algumas delas agem sobre genes que causam o câncer. O resultado da pesquisa foi um Deus-nos-acuda para indivíduos que eram fumantes passivos na infância e continuaram na idade adulta: de 120% a 130% de chances a mais de desenvolver câncer.
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