Publicidade
Liberdade
Praguejo contra a asfixia
Dos preconceitos que me soldam ao solo
E não me deixam voar.
Anarquista, coletivista e isolado
Observo com olhar zombeteiro
O grande desfile de livros lançados.
Enxergo humilhados e ofendidos
Por todo canto e toda parte
Meu sonho seria libertá-los
Tocam-me, dilaceram-me, com suas dores
Ou porque me sinto cúmplice
De almas que choram por pão ou justiça
Apenas sei que é na luta da libertação deles
Que reconheço minha liberdade.
**
Luiz Mendes
21/11/2014.
LEIA TAMBÉM
MAIS LIDAS
-
Trip
A magia de Salah e os muros invisíveis da Copa de 2026
-
Trip
Santos sempre foi caminho. Quando virou destino?
-
Trip
A cidade ainda é nossa?
-
Trip
São João da Thay: Thaynara OG usa o ecossistema da influência como vitrine para o interior do Maranhão
-
Trip
O plano do Google para uma internet sem cliques
-
Trip
Rir da própria desgraça para não pifar
-
Trip
A revolução discreta da cannabis
Publicidade