Por Redação
em 21 de setembro de 2005
?Em março de 1996, passei de ex-estudante de veterinária para socialite estampada na capa da Caras. Perdi meu noivo, o vocalista Dinho da banda Mamonas Assassinas, e começaram a me tratar como se eu fosse o integrante que sobrou. Dei uma pirada. Viajava, ia a festas, freqüentava casa de campo de um, iate de outro, enchia a lata. Foi complicado fixar o pé no chão até o dia que conheci o homem que me acordou, oito meses após o acidente. Moramos três anos e meio juntos. Ele deu sentido novo à minha vida. Mas não estamos mais juntos. Hoje estou voltando para o automobilismo, trabalho com malabares na noite e sou atriz. Depois de passar por tudo isso, posso dizer que sou uma pessoa mais forte.? (Kátia Lessa)
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