Brasil acorda para mudanças climáticas
As principais ONGs do país ligadas às questões climáticas têm chamado a atenção do governo para a necessidade urgente de se criar uma política nacional de mudanças ambientais. No final de junho, uma mesa-redonda promovida pelo Observatório do Clima reuniu no Senado representantes da sociedade civil, cientistas, parlamentares e negociadores oficiais da ONU para debater a melhor maneira do Brasil enfrentar as mudanças que ocorrem no clima e seus impactos nas áreas econômica, social e ambiental. A questão é discutida hoje no mundo todo e o Brasil ainda não definiu sua participação na Conferência de Copenhague, congresso sobre o tema organizado pela ONU que está marcado para acontecer na Dinamarca, em dezembro próximo.
Entre as ações consideradas emergenciais pelas ONGs está a aprovação do projeto de lei que cria a Política Nacional de Mudanças Climáticas, em trâmite no Congresso Nacional. “O país precisa de um marco regulatório para orientar a sociedade e a economia no rumo do desenvolvimento de baixo carbono”, defende André Ferretti, coordenador de Conservação da Biodiversidade, e do Observatório do Clima – rede brasileira de articulação sobre o tema das mudanças climáticas globais, que reúne entidades como o Greenpeace Brasil, o Instituto Socioambiental (ISA) e a WWF-Brasil.
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