A arte de navegar
Swoon instala sua favela no vão livre do MASP na exposição "De dentro e de fora"
Créditos: Divulgação
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No fim de setembro, a americana Swoon aporta seu “favelão” aquático no MASP, na exposição “De dentro e de fora”. “Será um conglomerado no vão do museu. Dentro haverá uma escola livre e temporária, com workshops e palestras”, diz o curador Baixo Ribeiro.
A primeira obra de arte de Swoon foi, na realidade, feita por seus pais. “Você vai se chamar Caledonia Dance Curry”, disseram, em um gesto de vanguarda genuína. Mesmo com um batismo desses, e o apelido de Carrie Curry, a moça resolveu adotar um nome artístico: Swoon. O sucesso veio quando suas colagens monumentais começaram a adornar muros e paredes de Nova York (foto abaixo), cerca de dez anos atrás. Depois vieram as esculturas/performances flutuantes, tripuladas por cerca de 30 artistas e construídas com lixo. Uma das paradas da flotilha foi em Veneza (foto acima), quando ela chegou sem ser convidadas na Bienal de arte de 2009.

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