Chef Lili: a ancestralidade da comida baiana
Benzida no dendê, ela explica a relação entre um bom acarajé e a força das mulheres pretas
Por Redação
em 5 de março de 2021
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“Quando eu olho para o tacho de acarajé fervendo aquilo simboliza, para mim, as mulheres pretas fervendo e fazendo uma revolução”, diz a chef Lili Almeida. A baiana descobriu a paixão pela culinária aos 24 anos, quando trabalhava com comunicação e foi morar sozinha em São Paulo. Sem dinheiro para comer fora todos os dias, passou a cozinhar, ouvindo as receitas da mãe pelo telefone.
Hoje, além de ser dona do restaurante Casa Dona Lili, a chef dá palestras sobre culinária e cultura afro-brasileira. Durante a pandemia, Lili usou as redes sociais para declamar provérbios que aprendeu com sua avó, e já soma mais de 200 mil seguidores no Instagram. “As pessoas estão ávidas por uma palavra de carinho, por um abraço, por uma atenção”, diz. “O Brasil está precisando de doçura”.
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