Jaqueline Goes de Jesus
A força da ciência brasileira
Publicidade
Biomédica e pesquisadora do Instituto de Medicina Tropical da USP, Jaqueline Goes de Jesus ganhou visibilidade nacional ao realizar no campo da ciência um feito fundamental. Coordenando uma equipe formada majoritariamente por mulheres, sequenciou o genoma do coronavírus apenas 48 horas depois da detecção do primeiro caso da doença no Brasil. “Foi importante pois conseguimos dar o pontapé inicial no entendimento da origem do vírus e de como deveríamos nos comportar em relação à epidemia”, conta. Para se ter uma ideia do feito, outros países levaram em média 15 dias para conseguir o mesmo.
A cientista esteve envolvida em diversas outras iniciativas que marcam evoluções importantes no enfrentamento de epidemias na saúde brasileira, como no caso do Zika vírus. “O fato de termos sido os primeiros a fazer o sequenciamento do coronavírus mostrou do que a ciência brasileira é capaz”, diz. “A ciência está intimamente relacionada ao progresso de uma nação. Sendo assim, investir em ciência é investir no futuro”.
LEIA TAMBÉM
MAIS LIDAS
-
Tpm
Martine Grael: “Ter uma mulher no leme ainda mexe com o ego de muita gente”
-
Tpm
Pervcam: o close que não queremos mais ver na Copa
-
Tpm
Frida Kahlo: como se faz um ícone
-
Tpm
Angela Davis vem à FLIP pela 1ª vez. Aqui estão 5 livros para mergulhar na obra de uma das maiores feministas dos nossos tempos
-
Tpm
Elas pagam a conta: por que a autonomia financeira é ferramenta indispensável para o destino de qualquer mulher?
-
Trip FM
São Paulo já foi pro brejo? Nabil Bonduki fala sobre parques virando shoppings, demolições duvidosas e poluições assustadoras
-
Tpm
Benditos sejam os ventres (que sustentam o capitalismo)
Publicidade