por Redação

Poeta e carteiro, Cleyton Mendes distribui versos com as correspondências que entrega e aproxima a poesia da vida cotidiana

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Cleyton Mendes, jovem da periferia de São Paulo, descobriu na poesia a válvula de escape que muita gente encontra na igreja ou no boteco. O rapaz, que trabalha como carteiro, escrevia em um diário quando descobriu através dos slams (tipo de batalha poética) que poesia não era só o que estava nos livros e na academia.

Transformado pela experiência artística, passou a distribuir versos com as correspondências que entrega, sempre de autores periféricos com os quais se identifica: "Talvez quem receba nem ligue, mas talvez descubra que a poesia está perto, assim como esteve perto de mim e eu nunca soube". 

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