“A gente precisa mostrar nossa arte. Não se faz uma revolução dentro de casa.” Quem dá a letra é Aline Constantino, do coletivo B.Girls Articulando.
Ela e outras mulheres perceberam que o feminino soma – e muito – às danças urbanas como o breaking e hip hop e usam os movimentos da dança para vencer o machismo nas rodas urbanas. “O espaço público é a representatividade máxima do coletivo. Dançar na rua traz uma sensação de liberdade que não tem explicação”, acrescenta Isabelli Gonçalves.
Se liga:
LEIA TAMBÉM
MAIS LIDAS
-
Trip TV
Regina Casé: Eu sabia que não ia ser a mocinha da TV
-
Trip TV
As luzes e as trevas de Jards Macalé
-
Trip TV
Vera Holtz: A morte é o melhor dia pra se viver
-
Trip TV
Êxodo urbano: a pandemia te fez pensar em sair da cidade?
-
Trip TV
Miró não deixa uma poesia para amanhã
-
Trip TV
“Tenho fé na capacidade de transformação da arte”
-
Trip TV
Kleber Mendonça Filho quer lhe mostrar algo massa