Ilana Casoy: Preso também tem que ser tratado com dignidade
Autora de best-sellers sobre serial killers, a escritora e roteirista fala sobre o caso Richthofen e o sistema carcerário brasileiro
Aos 40 anos, a escritora e criminóloga Ilana Casoy deixou de lado a carreira como administradora de empresas para mergulhar no universo do crime. Ela passa dias e dias lendo os arquivos de casos cabeludíssimos, acompanha de perto investigações policiais, frequenta júris acirrados e entrevista autores de crimes hediondos para traçar o perfil psicológico deles. Ilana é autora dos best-sellers Serial killer – Louco ou Cruel?, Serial Killers: Made in Brazil, O quinto mandamento e Casos de Família: Arquivo Richthofen e Arquivo Nardoni.
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A ascensão do PCC e o mundo do crime no Brasil.
Além dos livros, a escritora também se tornou autora de roteiros. Ela assina junto com o escritor Raphael Montes o argumento dos filmes A menina que matou os pais e O menino que matou meus pais, baseados nos depoimentos divergentes de Suzane von Richthofen e dos irmãos Cravinhos sobre o assassinato dos pais dela, caso que chocou o Brasil em 2002. O livro Bom dia, Verônica, também assinado por ela e por Raphael, vai virar série da Netflix ainda em 2020.
Nessa conversa com o Trip Fm, Ilana conta quando começou seu interesse por crimes, como foi acompanhar a reconstituição do Caso Richthofen e dá sua opinião sobre o sistema carcerário brasileiro.

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