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É nóis: Ju Gross

Conheça a bonequinha de luxo dos Recursos Humanos da Trip, a psicóloga da Moóca Ju Gross

1.Moc, Carlinha, Bê e Jé em uma festa no final do ano passado; 2.Com Jadi e Bruna no ensaio de funcionárias do ano passado; 3.Ju e o Big Ben em julho desse ano; 4.Ju e seu cachorro Madruguinha; 5.Mari, Bê e Jéssica; 6.Galera do financeiro, Fábio, Nivas no amigo secreto do ano passado

1. Moc, Carlinha, Bê e Jé em uma festa no final do ano passado; 2. Com Jadi e Bruna no ensaio de funcionárias do ano passado; 3. Ju e o Big Ben em julho desse ano; 4. Ju e seu cachorro Madruguinha


Por Redação

em 5 de agosto de 2009

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Nesta seção, atualizada toda quarta-feira, publicaremos uma entrevista feita por algum funcionário da casa. O entrevistado também sempre será da Trip. Criada originalmente para o blog interno da editora, fez tanto sucesso que resolvemos compartilhar com os leitores do site. Esta semana, repescamos uma entrevista que Hélio Levenstein* fez com Ju Gross, do RH da Trip Editora.

Bonequinha de luxo

Uma conversa rápida e despretensiosa com a Ju Gross, do RH

Sabe aquela história de que uma empresa é como um time, que cada peça é necessária para o perfeito andamento do todo etc. etc.? OK, é verdade. Mas vamos ser honestos. Alguém imaginaria a Trip andando a pleno vapor sem o RH da Bettina e sua fiel escudeira Ju Gross?

Pois é desta menina esperta, quase unanimidade por aqui, que este É nóis foi atrás esta semana. A Ju Gross e seus contrastes. Ela é paulistaníssima da Moóca, mas não é italiana. Seus avós vêm da Alemanha e da Hungria. Ela já está na Trip há cinco anos, figurando na lista das funcionárias mais antigas da casa, apesar dos seus apenas 24 anos de idade. Começou fazendo estágio, ocupando uma vaga aberta no RH por indicação da amiga de infância Jéssica, da circulação, e foi ficando.

Outra coisa que pouca gente sabe é que a moça responsável pelo nosso bem-estar básico aqui dentro, cuidando do sagrado pagamento, é psicóloga formada e pode agora mesmo estar analisando alguém bem ao seu lado. Coisa que, aliás, ela jura que não faz. “É engraçada essa história. Acho que ninguém consegue ficar analisando as pessoas o tempo todo. Apesar de quem não é psicólogo ter essa dúvida sempre.”

Mesmo com a negativa, ela entrega que marmanjos já tentaram enganá-la e se deram mal. “Agora, com namorados eu sou mais dura. É difícil eu cair em qualquer papinho. Fica mais fácil eu saber a real intenção de uma pessoa se prestar atenção na conversa ou no gestual.” Será que é por isso ela está solteira no momento? Bom, vamos em frente.

Apesar de jovem, quando o assunto é Trip, ela fala com a experiência de quem conhece a empresa a fundo, desde quando o quadro de funcionários era bem menor do que o de hoje e a localização, na fatídica casinha da rua Lisboa, bem menos confortável que este prédio atual. “Por um lado, era bem mais ‘família’ do que hoje em dia. Algo mais artesanal. Agora é profissional.”

Desses tempos, entre muitas lembranças divertidas, ela conta que no começo de seu trabalho aqui na editora tinha medo de entrar nas salas em que funcionavam as redações. “Salas, na verdade, eram os cômodos da casa, e morria de medo de abrir a porta, todo mundo me olhava estranho. Mas não demorou e comecei a relaxar.”

5.Mari, Bê e Jéssica; 6.Galera do financeiro, Fábio, Nivas no amigo secreto do ano passado
5.Mari, Bê e Jéssica; 6.Galera do financeiro, Fábio, Nivas no amigo secreto do ano passado

Quando não está aqui trabalhando, seu cotidiano é comum ao de todos nós. Cinema (ela prefere os filmes independentes), teatro (vai muito. Só não assiste a mais peças por causa do alto preço dos ingressos), reuniões na casa dos amigos, viagens e balada. Neste último tópico, mais uma vez demonstrando conhecimento de causa, critica a lei que proíbe as casas noturnas de cobrarem consumação mínima. Quem sai muito à noite sabe que na época da consumação mínima gastávamos menos, bem menos.

No quesito musical, a moça se revela eclética. Ouve “de tudo um pouco, exceto country e forró”. Mas gosta mesmo de sair para dançar: “Adoro a Clash e a Anzu [clubão em Itu, interior de São Paulo]”.

Não pensa muito no futuro, já que prefere aproveitar o momento. A empolgação retorna quando fala da temporada que passou em Londres, estudando inglês, no começo deste ano. “Aluguei um quarto na casa de uma senhora inglesa e foi inesquecível: o sotaque dos britânicos, os pubs, os museus de Londres, foi tudo maravilhoso.”

Depois deste texto, ela só espera que seu e-mail não entupa de mensagens de funcionários da Trip pedindo dicas para a psicóloga Ju Gross. Afinal, ela pode até te analisar, mas não vai revelar nunca.

*Helio Levenstein está na Trip há pouco mais de um ano e, com muito orgulho, é corintiano, maloqueiro e sofredor!

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