A mãe que liberou maconha

Se uma substância ilegal é vital para manter a saúde de um filho, é preciso romper tabus. Katiele Fischer rompeu, em nível nacional, o tabu da comercialização do canabidiol (CBD), substância derivada de maconha, para uso medicinal. A necessidade da filha, portadora da síndrome CDKL5, problema genético que causa epilepsia grave e sem cura, a levou a ser a primeira brasileira a conseguir na justiça o uso do remédio – uma luta dela e de outras mães, retratada no documentário Ilegal, de 2014. O caso reacendeu a discussão para a liberação do uso da maconha medicinal e fez com que a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) liberasse o CBD sob recomendação médica.

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