Revista Trip

 
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Postado em 19.11.2009 | 16:11 | por Guilherme Werneck
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Redação Trip

Essa é a época do ano que todo mundo espera, inclusive nós da Redação da Trip: a do ensaio das funcionárias. Aqui você vê o pedaço mais pudico do processo: Paulo Lima e Fernando Luna, no sofá, Ricardo Calil e e Adriana Verani, de costas, Lino Bopchini, no pufe, e Elohim Barros, de pé, escolhem as fotos que vão entrar na revista. O resultado do ensaio sensual você vê na próxima edição da Trip, em dezembro nas bancas.

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Postado em 18.11.2009 | 16:11 | por Flora Paul
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Era sexta-feira à noite e, num calor da Zâmbia, arrastei a queridíssima “Sé” para um bate-papo sem muitas pretensões, regado a drinks, em que Giovanna Assaf (produtora executiva de Natura Latam) abriu sua vida, latas de cerveja e, horas depois, me fez querer ser ela quando crescer. Depois da Beyoncé, é claro.

*Por Nicole Balestro

Quem é Giovanna na noite?
Difícil essa. Dá um pause?
A vida inteira eu escutei me dizerem que eu tenho cara de brava. Mas é só fachada. Na verdade eu sou leonina, né? E não gosto muito de ser contrariada. Se eu tiver que pedir algo duas vezes, eu mesma prefiro fazer. Eu confesso que em algumas situações eu sou bastante mal-humorada, mas acaba sendo mais um deboche que no fim vira motivo de piada [risos]!

Na verdade você gosta de Gozar a vida, então?
Opa, mas como uma boa leonina eu sou superexigente, cobro demais de mim mesma e acabo esperando isso dos outros também. (Ah, niegra, não vai sair nada disso aqui.)

Como veio parar na Trip?
Essa perguntinha nunca ninguém fez, hein? Sou amiga da Déa [de Marco] desde os 8 anos. Convivemos durante anos, de não se desgrudar. A gente tem algumas histórias boas... E aí, na faculdade, ela veio pra São Paulo e eu fui pra Campinas. Nós duas fizemos comunicação. Na época cheguei a fazer uns frilinhas pra ela. Ficamos uns dez anos sem nos ver. Então encontrei ela e mais outras amigas de infância no Orkut [2005]. Combinamos um fim de semana todas juntas e foi demais... Aí ela me contou que estava na Trip. Eu, na época, era produtora em canal de TV em Marília (SP), mas estava querendo alguma coisa nova. Comentei isso com ela. Seis meses depois ela me ligou dizendo que havia uma vaga de produção na redação da Natura. E eu vim! E tô aqui até hoje, menina... Isso faz três anos e meio.

Você fez facul do quê? Conta um pouquinho dessa época gostosa, cheia de azaração.
Eu fiz PUCCAMP, comunicação. Mas meu tempo de azaração mesmo foi dos 14 aos 18 mais ou menos. Não tinha pra ninguém! E a Déa tava junto em todas, hein? Quem vê a Andréa toda rock’n´roll nem imagina que ela se acabava num Carnaval... Isso foi no colegial, no cursinho... Mas na faculdade eu dei uma acalmada, morava com uma das minhas irmãs em Campinas, longe dos meus pais. Eu viajava quase todos os fins de semana para casa. Foi quando comecei a ficar mais solar que lunar [risos]. Na verdade nunca fui muito da noite, sempre preferi o dia.

Eu sei que você nunca foi da noite. De segunda a sexta tá sentadinha no Ruby tomando cerveja.
É verdade, Nic. Prefiro o dia à noite. Eu sinto muita necessidade de dormir bem. Mas, quando eu percebo que não vai ter jeito, aí eu fico até o fimmm! Né, Arco [Alcoragi]?
Eu gosto mesmo é de sentar pra bater papo. Não gosto desse vuco-vuco de gente espremida, lugar que não dá pra trocar ideia. Já fervi muito, acho que mais ou menos na época que você nasceu [risos].

Arquivo Pessoal

giovana_quarta02

2.Amor pra vida inteira. 3.Lionel, Dan e Giovanna em Boston. 4.Bê e Rafa, afilhadinhos do coração. 5.Cunhado - Natal 2008. 6.O sorriso mais gostoso que já vi.


Vamos falar de família?
Claro... Então, pode ser clichê, mas pra mim É TUDO!!!
Eu faço o máximo pra guiar minha vida seguindo os valores que aprendi com meus pais. Eu, sem sombra de dúvidas, devo tudo o que sou e tenho a eles. E tenho certeza de que, como sempre, eles continuam ao meu lado me abençoando em tudo o que faço em todos os minutos dos meus dias!
Somos em três irmãs. As duas são mais velhas que eu: a Renata – que gosta bem de deixar as coisas para depois. E a Fernanda, que é superespirituosa, tipo a engraçadona da família. Dois cunhados que são para mim como irmãos, e às vezes pai. Por isso que pra mim não tem essa de que se cunhado fosse bom não começava com cu [risos].
Tenho três sobrinhos... Dois meio japinhas, o Gui, 8 anos, e o Be, 2 anos. Em casa a gente costuma dizer que é a mais perfeita mistura do quibe com shoyu. E a Rafinha, de 5 anos, que eu acho a cara e o jeitinho da minha mãe, mas muita gente diz que é a minha cara, e ela é linda [risos]. Há quem diga que parece o pai... Sorry, Fê, mas pra você sobraram os nove meses [risos].
Aliás, os MEUS SOBRINHOS SÃO DEMAIS! Sou coruja mesmo! Eles são uma parte da minha vida, mas só em horário comercial, né? Brincadeira, é claro, isso é só porque nunca consegui ajudar minhas irmãs em afazeres como trocar fraldas, elas sempre tiraram o maior sarro de mim por isso.
Além de tia coruja, eu sou madrinha coruja também, da Rafa, e vou ser do Be (até o fim desta entrevista minha irmã ainda não tinha marcado o batizado, e pelo jeito não vai sair tão cedo, não. Falei lá em cima, né?).
Enfim, minha família é a coisa mais importante da minha vida. E o que de melhor eu levarei pra sempre comigo!

Lá na redação a gente vê a sua relação com seus sobrinhos. Você tem algum sonho de ter filho?
Eu já tive muita vontade de ter filho, e acho que completa a vida de qualquer mulher. Porém, o momento que eu tenho vivido não cabe nesse sonho... Então, por enquanto, eu fico corujando os meus sobrinhos.

Ninguém acredita na sua idade. Porra, eu quero chegar aos 37 anos do jeito que você está. E o mais engraçado é que você interage com qualquer “setor”, tanto com a ala da “Nova Escola” (formada por mim e pela Ge) quanto com a galera “Old School” (formada por Thá, Moniquinha, Bru, Flá, Arco, Dani e Carlets).
[A entrevistada atropela a pergunta e tira o foco, voltando] Puts, Nic, só faltou você me dizer que eu tô “interona”... “chegar do jeito que você está” é foda [risos]... Mas eu entendi total.
É... Ah é. Então, às vezes quando paro pra pensar na minha idade não acredito.
Quanto ao relacionamento com as alas “new e old school”, eu sempre fui assim... nunca tive problema em estar “tudo junto misturado”.
Agora, o que quero saber é o que as citadas acima vão achar dessa sua observação [risos]... Old school... Falô aí, juvenil...

Você acha que esse lance de responsa veio com o fato de ter sido obrigada a se virar desde cedo?
Na verdade eu não tive que me virar muito cedo, não. Eu tive é que me virar num curto espaço de tempo... Eu fui muito paparicada, sou a mais nova, minhas irmãs saíram cedo de casa para estudar, e eu morei um bom tempo sozinha com meus pais... E aí já viu, né? Era uma delícia [risos]!
Mas, graças a Deus, quando precisei assumir minhas responsabilidades dei conta do recado e me orgulho muito disso... Um dia a Fernanda minha irmã me disse que cresci em quatro anos o que não havia crescido em 30. E também acho!

Arquivo Pessoal

giovana_quarta03

7.Aquele Happy Hour. 8.Dea e Giovanna em milnovecentosealgumacoisa. 9.Desde o comecinho de Trip. 10.Gui e Rê (mãe dele).



Você já foi pra Boston e todo mundo ali sabe que causou quase nada por lá. Me conta como foi essa experiência e, claro, libera as informações confidenciais.
[Risos] Causei, é? Essa história foi boa mesmo. Ano passado fui fazer um curso de inglês em Boston, que aliás foi uma superoportunidade que a Trip deu a alguns funcionários. Foi um sorteio, e foi incrível porque nunca ganho nem um “frango em bingo” e fui sorteada.
Quando eu recebi o “family prolife” da agência, lá tinha o nome de três pessoas. E meu “host father”, se chamava Peter.
Bom, lá fui eu, feliz da vida. A casa não ficava em Boston, era em Belmont, uma cidadezinha supercharmosa e bem próxima. Quando cheguei na casa, atendeu um cara de uns 40 anos, superforte, todo suado [risos]. Ele me perguntou se eu era “Giovanna from Brasil” e tal... ele era o Peter. A casa era um sobrado enorme. Ele morava embaixo, com uma namorada mexicana, e eu ficava em cima, em uma outra casa, com mais duas chinesas, cada uma no seu quarto, e elas não falavam um “a” em inglês e muito menos em português. Foram embora no dia seguinte (até hoje não sei o porquê).
Eu fiquei meio assustada, ele ficava me olhando de cima a baixo, tinha uma cara engraçada, baixinho, superbombado. Bom, fui pro meu quarto, liguei meu iPod e apareceram algumas redes wi-fi, uma delas tinha o nome de “orgasm” [risos] e era a que tinha melhor sinal (claro... era a da casa). Fiquei superencanada, dando um Google no nome dele o tempo todo.
Enfim, o cara era supergente boa, na dele, mas tinha uns hábitos diferentes, malhava e corria o dia todo. E cortava grama (embaixo da minha janela) todas as manhãs.
Ele não trabalhava, contava que vivia de alugar a casa para estudantes.
Por fim, ele foi superanfitrião. Passei um mês lá e foi incrível. Boston é uma cidade deliciosa, de um superastral (pelo menos no verão) é demais!
Bom... há três meses encontrei um argentino em Buenos Aires que conheci lá em Boston, que por coincidência, depois que eu voltei pro Brasil, conheceu duas meninas que estavam na casa do Peter e foi convidado para um jantarzinho lá. Para minha surpresa... (nem tanta assim, pois tava na cara pelo perfil dele), o Lionel (argentino) rachando o bico de rir, me contou que o Peter era go go boy e trabalhava em Boston e em outras cidades por ali [risos]. Ele é muito figura, supergente boa, trocamos e-mail até hoje.

E você tem vontade de morar fora hoje?
Eu já fui superapegada, enraizada. Mas hoje não mais. Se rolar uma oportunidade de ir pra um lugar bacana, com condições iguais ou melhores às que eu tenho hoje, eu acho que me jogaria sem problemas. Mas eu gosto mesmo é do Brasil.

Aliás, você gosta de trabalhar na Trip?
Ah, eu adoro. Acho o máximo. É um puta lugar pra se trabalhar. Fora o Triplus, que eu acho que quem criou deveria levar o Shoiti todo ano.

Falando em Trip, quando eu recebi o convite para fazer o Papo da Quarta, não pensei em nenhuma outra pessoa que não você. A gente tem uma relação superlegal. Como você encara esse lance de Sé pra cá, Sé pra lá (Sé é o diminutivo de chefe e na linguagem dos “bis” é Séfi)?
Você quis chamar a Sé para puxar o saco, né? Brincadeira. Na real acho que a gente sabe separar bem uma coisa de outra. Não é porque você me chama de “Sé” pelos corredores da redação que você não me respeita, e eu a você. É superbrincadeira, e até a Déa e o Claudinho (imagina...) já me chamaram de “Sé” [risos].

A Alcoragi é palmeirense roxa. Eu sou são-paulina roxa e nós duas falamos o dia todo de futebol. É bagunça o dia inteiro, meu. Você como corintiana fica só de olho e vira e mexe vem pendurar o meu boneco do São Paulo no armário. Como é o futebol na sua vida?
Opa, bagunça o dia inteiro não, hein? [Risos.]
Na verdade eu ODEIO futebol. Desculpa aí! Eu sou uma corintiana fajuta. Eu só gosto de encher o saco dos outros. Se o Palmeiras tá perdendo eu brinco com a Alcoragi, se o São Paulo tá perdendo eu brinco com você. Não sei nada do time, só sei quem é o Ronaaaaaldo.

Uma vez a gente tava sentada no quintal de casa (leia-se rua Augusta) e eu disse que admirava esse lado “autossuficiente” seu no quesito “amô”. Como encaixa a parte romance na sua vida. Só não vale fazer a subcelebridade que, quando perguntada sobre amor, diz estar focada em trabalhos e projetos (que a gente nunca vê).
É, na verdade eu tô com um projeto. Tenho trabalhado demais, não tenho tempo pra pensar nisso [risos]. Agora sério... Ah, Nic... Putsss... AMOR? Ah, sabe que no amor eu tenho uma puuuta sorte no jogo! Então, eu não sou autossuficiente, não, longe de mim.^^~-_- Acho que ninguém é. Mas, o que eu aprendi é que a gente não pode colocar a responsabilidade de ser feliz em outra pessoa. Acho que temos antes que procurar a felicidade, e aí sim encontrar alguém para ficar ao nosso lado, a vida toda, para sempre [risos].

Qual é o perfil de hombre para Giovanna Assaf?
Ah, fisicamente é super-relativo, né? Acho que não tem essa. Mas o que eu acho fundamental num relacionamento é cumplicidade.

Mas e se tiver Little pipi?
Ai, que perguntinha, hein, Nic? Segue debriefing...

Ah, e como você se vê daqui a dez anos?
Ahh Nic... sei lá!

Então cinco.
Puts, imagino ter viajado para vários lugares que ainda não conheço.

A gente já falou de vida, trabalho, amor... mas você tem algum medo?
Ah, não sei se tenho algum medo. Mas acho que com maturidade você enfrenta as situações. Tudo é reversível, nada é para a vida inteira. E, além do mais, só tem medo quem arrisca... Do contrário a gente nunca sai do lugar. Resumindo tudo, procuro viver o hoje bem, com decisões acertadas, que nem sempre são, para ter um amanhã confortável. Oh!

Nooooosa, essa é frase de efeito para MSN, hein?! E falando em MSN, suponhamos que suas relações (reais ou não) pudessem ser controladas por MSN (se bem que nem messenger você tem, né, Eugênio e Odenyr?!). Mas voltando à analogia tosca. Quem você bloquearia ou ADEDE?
Afe, Nicole, que pergunta ridícula.

A entrevistadora sou eu. Responde.
Uêêêpa [fazendo referência aos gritos da entrevistadora quando se pega em situações de barraco]. Na verdade tem dias que nem entro no MSN para não sentir vontade de bloquear uns e outros! Ah, sei lá, não entendi a pergunta.

Quer dizer que você é volúvel?
Não sou volúvel, mas como já disse não tenho muita paciência para algumas coisas. Então, para não criar conflito, prefiro não me eishpor [vocabulário da entrevistadora]. Ai, pergunta chata!
Tô perdendo a paciência [risos]!

Tá difícil responder?
Tá, vai... bloquearia os chatos que entram pra perguntar “e aí?”... Ai, às vezes sinto vontade de bloquear aquelas pessoas que colocam assim: “a balada foi incrível”, “eu sou a pessoa mais feliz do mundo”, “a vida é bela”. Ai, que coisa chata. Quem disse que as pessoas querem saber disso... A Helena de Viver a Vida também bloquearia, aliás a novela inteira.

O que você desejaria se tivesse três pedidos?
Ah, pediria a paz no mundo. A cura do câncer. E o que todo mundo também quer... $$$!!

Para finalizar, você me dá uma carona?
Dou. Você tá sem carro?

É que comprei um Tucano e fica difícil dirigir. Daí você vai na frente dirigindo e eu vou “cu” Tucano atrás.
Nooossa, Nic você, eu e as pessoas que estão lendo essa entrevista poderíamos ter ficado sem essa. VOCÊ É MUITO RUIM DE PIADAS!

*Nicole por Gio: Portadora de uma TPM avassaladora, misturada com uma habilidade incrível para chorar e sorrir ao mesmo tempo, Nicole B., produtora da Revista Natura Latam, jura que é negra e fala pelos cotovelos. Começou como frila e está contratada “brilhando” pela redação da Natura.
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Postado em 17.11.2009 | 02:11 | por Diogo Rodriguez
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Redação Trip

Prova de que os daltônicos ainda são incompreendidos pela sociedade é o post-it acima. Um repórter, daltônico, tentava explicar aos colegas como era não conseguir enxergar as cores corretamente. Um deles, vestindo uma camiseta branca, não estava entendendo e lançou a pergunta: "Quer dizer então que você acha que a minha camista é preta?". Foi prontamente bombardeado pela frase, "eternizada" no papel amarelo (ou seria verde?) colado na parede.

 

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Postado em 12.11.2009 | 16:11 | por Diogo Rodriguez
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EDIÇÃO 57 // 1997

 

Doze anos atrás, Trip despiu o rei. Publicamos 50 fotos inéditas de Pelé, resgatadas do baú dos irmãos Herrera, veteranos fotógrafos de Santos (SP). Com uma câmera Rolleiflex, Raphael e José ficaram na cola do jogador por 30 anos, registrando seus passos desde os tempos de plebeu até a chegada ao trono. Tem Pelé prestando vestibular, em seu primeiro dia de treino na Vila Belmiro, viajando pelo mundo, conquistando mundiais... O texto ficou a cargo do jornalista Juca Kfouri.

 

 

 

 

 

 

 

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Postado em 10.11.2009 | 10:11 | por Flora Paul
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Quer conversar com a Trip e a Almap BBDDO?

Você é nosso convidado!

TRIP + ALMAP + DEBATES + REVISTAS + FOTOS + COMES + BEBES + DJ + JAMS!

Dia 18/11 às 13h na quadra nova da ESPM

Um encontro com Paulo Lima (publisher da Trip Editora) e Paulo Camossa (Diretor de mídia da Almap BBDO).

Como pensar, falar e principalmente fazer algo que ajude a melhorar o Brasil. Você vai entender melhor o conceito que inspira o Prêmio Trip Transformadores.

Quer saber mais? Acesse: www.trip.com.br/transformadores

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Postado em 06.11.2009 | 16:11 | por Diogo Rodriguez
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Capa da primeira edição da Trip

Capa da primeira edição da Trip

Capa da edição de maio de 2001 da Tpm

Capa da edição de maio de 2001 da Tpm

 

Trip e Tpm são as primeiras revistas brasileira a ter seu conteúdo publicado, com acesso gratuito, no Google Livros. Aos poucos, estão sendo digitalizadas todas as edições das publicações. Por enquanto, todos os números da Trip desde 1986 até 2001 já podem ser consultados no site. Da Tpm, estão disponíveis as edições de 2001. É possível fazer buscas por palavras-chave e ano de publicação.

Antes disso, ler o primeiro número da Trip, lançado em dezembro de 1986, só era possível recorrendo a algum colecionador. Agora, você vai ter todo o conteúdo da Trip disponível, a qualquer momento, no Google Livros.

Vai lá: Trip no Google Livros
          Tpm no Google Livros

 

 

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Postado em 05.11.2009 | 20:11 | por Daniel Benevides
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Não era a Madonna, não era Michael ressuscitado, não era um Beatle, não era Jesus Cristo. Na manhã de um domingo que antecedia um feriadão (de muito sol, diga-se)  centenas de fãs da saga Crepúsculo aglomeravam-se em torno do Hotel Hyatt em São Paulo. Os braços empunhavam exemplares dos livros, cartazes, bilhetes, e fotos dos atores Kristen Stewart e Taylor Lautner. Eu não me lembrava de uma euforia dessas desde a passagem do Guns N' Roses pelo Hotel Maksoud Plaza na capital paulista. Tá bom, vai. Teve a gritaria louca dos fãs do RBD, o Rebelde, mas os vampiros freaks pareciam realmente dotados de forças sobrenaturais superiores. Já explico.

Para passar pela barreira que separava a fonte dos gritos agudos da porta giratória que leva ao lobby, era preciso apresentar RG e comprovar que seu nome estava na lista dos jornalistas e fotógrafos credenciados para a coletiva de imprensa. Primeira fase, ok. Dava até para sentir a orelha quente das garotas que dariam um dedo mindinho para estar no meu lugar. Haja alho pra proteção. Do lado de dentro, a bagunça continuava. Jornalistas cujos nomes haviam sumido da lista brigavam para conseguir alguma explicação da equipe da assessoria de imprensa, ao mesmo tempo em que fanáticas sortudas, ganhadoras de concursos em rádios ou sites, eram vaiadas enquanto subiam as escadas rolantes que levavam aos astros pop. A confusão foi tanta, que 15 minutos antes do encerramento oficial, assessores zumbis se mandaram de seus postos, e deixaram jornalistas longe do lobo e da mocinha mais desejados do momento.

Mas foi por ali mesmo, no lobby do hotel, que a festa ficou boa. Lá pelas 11 e meia da manhã, pencas de crepusculomaníacas (muitas delas acompanhadas de suas mães, acredite) derrubaram as grades de isolamento que as afastavam do hotel, e aos berros, desembestaram em direção ao local da coletiva como vampiros sedentos por sangue. Os seguranças, a la Hulk, tentavam travar as portas de vidro, que eram esmurradas pelas fãs superpoderosas. Umas choravam, outras esfregavam o rosto suado na barreira, e uma, mais malandra, forjava um desmaio. Horas e horas de furdunço depois, PMs Robocops foram acionados para acalmar a multidão de garotas cuja média de idade ficava na faixa dos 14 anos.

- Ei garota, você chegou aqui faz tempo?", pergunto através do vidro para uma vampirinha chorona.

- Sete da manhã

- Você está machucada?

- Não, não

- Tá triste porque não viu a  Kristen e o Taylor?

- Não, tô feliz

- Você encontrou com eles?

- Não, mas eu respirei o mesmo ar que eles. Eu sou muito fã da saga, muito!"

Eu já disse que era um pré feriado de sol?

 

Por Kátia Lessa

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Postado em 28.10.2009 | 18:10 | por Diogo Rodriguez
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Diogo Rodriguez

Orgulhosa, Kátia Lessa exibe o troféu jabá

Orgulhosa, Kátia Lessa exibe o troféu

 

Indignada porque só os integrantes masculinos da redação da Trip receberam camisas do Corinthians , a repórter Kátia Lessa mandou um e-mail indignado à assessoria do clube, que havia esquecido da nossa corinthiana do sexo feminino. Não só ela recebeu a versão 2009/2010 do terceiro uniforme do Timão, como foi um exemplar autografado pelo xerife gaúcho Mano Menezes, com dedicatória especial para a nossa repórter torcedora.

Radiante, Kátia circulou pela redação hoje, exibindo o mimo roxo e preto.

 

Diogo Rodriguez

Dedicatória especial de Mano Menezes

Dedicatória especial de Mano Menezes

 

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Postado em 26.10.2009 | 21:10 | por Eva Uviedo
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por Lígia Osório / Maria Regina Cesar

 

A matéria “Canastra de reis” na nova Trip traz seis sósias do rei Roberto Carlos que vivem como se fossem o próprio Roberto. O tema central da edição é honestidade, e por isso a ideia de fazer uma matéria sobre pessoas que vivem como cópias de outras.

Caio Ferretti, repórter da matéria, encontrou os sósias no Google e um foi indicando o outro. Quando estava tudo fechado com os cinco sósias, Bruno Torturra, repórter especial da revista, estava em um karaokê na Liberdade e viu um sósia de Roberto Carlos cantando. Caio ficou uma semana atrás de Paulo Omine e só na noite anterior recebeu uma ligação dele. “E foi na última hora mesmo que entrou o sexto sósia”, conta Caio.

O fotógrafo Gabriel Rinaldi teve dificuldades em fazer as fotos, eles não pararam um minuto de cantar e dançar Roberto Carlos, inclusive Raul Nazário levou até um violão para o estúdio. Caio contou que Gabriel precisou brigar com eles para conseguir fazer as fotos. Ainda no dia das fotos, o sósia Paulo Omine (aquele último do karaokê da Liberdade) apareceu de sapato marrom, cor que o rei jamais usaria. Por coincidência Luis Rodrigues, videomaker do TV Trip, estava fazendo o making of da matéria e usava um tênis branco que acabou emprestando para Paulo. Luis foi embora de meia para casa.

Caio ainda destacou que andar com os sósias pelas ruas não foi fácil, “a mulherada assediava como se fosse o Roberto Carlos ali”, conta, se divertindo. Após ter feito essa matéria Caio passou a gostar mais de Roberto Carlos, “estou até tirando umas músicas no violão”, confessa. Ele ainda diz que “é impressionante ver como eles realmente encarnam o Roberto Carlos, até o jeito de falar é igual”.

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Postado em 23.10.2009 | 17:10 | por Diogo Rodriguez
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Alexandre Potascheff, produtor do Trip FM, conta como foi a gravação do programa, que recebe a roqueira, Pitty, que lançou recentemente o disco Chiaroscuro.

 

Alexandre Potascheff

Quem passou pelos estúdios do Trip FM esta semana foi uma das cantoras baianas de maior sucesso da atualidade mas que, diferente de suas conterrâneas, não canta axé. Grande no sucesso e no talento, mas pequenininha na altura, ela é uma das referências do rock nacional atual. Estamos falando da Pitty que, além de vender discos à beça e colecionar estatuetas do VMB, ainda mostra estar bem ligada nas novas plataformas e tecnologias: além de já ter faturado o inusitado prêmio “celular de platina”, ela acaba de lançar um jogo pra celular baseado em seu mais recente álbum, o Chiaroscuro, o quarto da carreira.

Simpática, educada e ainda mais bonita do que parece em fotografias, a Pitty deu uma entrevista muito bacana onde falou sobre a cena musical brasileira, sobre lambada, fama, vaidade, grana, sobre o relacionamento com o Daniel Weksler, baterista do NXZero e 8 anos mais jovem, e, entre muitas outras coisas, ainda revelou quem é que lava a louça na casa dela. Vale conferir o Trip FM com a Pitty.

Não perca. Esta sexta, nos 92,9 MHz em SP, ou no www.tripfm.com.br.

Confira as páginas Vermelhas com Pitty na Tpm #92.

 

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