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Do post rock ao jazz

Um moleque da pesada e um velho da peste

Por Redação

em 21 de setembro de 2005

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edição Bruno Torturra Nogueira


TOCA TUDO


M.Takara ? M. Takara com Chankas e Jon [Slag records]


O garoto-prodígio Mauricio Takara já tocou bateria para Xis, Cidadão Instigado, Otto, Stela Campos e Instituto. Atualmente centra forças em seus dois projetos ? Hurtmold e M. Takara ? que foram atrações do Sonarsound, mega-festival espanhol de novas tendências que acontece neste mês, em Barcelona. No segundo rebento de seu projeto solo, M. Takara com Chankas e Jon, com a participação de Fernado Cappi e do americano Jonathan Gall, Maurício toca bateria, vibrafone, trompete, riffs tímidos de guittarra e ruídos. O álbum, fóbico a FMs, alterna momentos que desafiam ouvidos ingênuos e outros bem mais melódicos [a maioria], para o mais puro deleite auricular. Perfeito para fones de ouvido.


Bruna Bittencourt, repórter dos sites da Trip e da Tpm


 


ETERNO RETORNO


Wayne Shorter – Beyond the Sound Barrier [Universal]
Wayne Shorter é desses raros casos de alguém que sem ter efetivamente morrido musicalmente protagonizou uma ressurreição. Um dos principais nomes vivos do jazz, o saxofonista já havia deixado seu som na história  com gravações antoló-gicas nos anos 60 e 70, seja acompanhado de Miles Davis, seja no grupo Weather Reporter, seja como cavaleiro solitário. Depois de duas décadas mais apagadas, voltou mordendo tudo no fim dos 90 e cristaliza seu renascimento com seu novo CD, em companhia de Danilo ?Monk? Perez [piano] e da cozinha John Patitucci [baixo] e Brian Blade [bateria]. Às margens dos 72 anos, Shorter é, de novo, o novo. 


Cassiano Elek Machado, redator-chefe da Trip


 


 


 


 


 


 

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