A força da ciência brasileira

Biomédica e pesquisadora do Instituto de Medicina Tropical da USP, Jaqueline Goes de Jesus ganhou visibilidade nacional ao realizar no campo da ciência um feito fundamental. Coordenando uma equipe formada majoritariamente por mulheres, sequenciou o genoma do coronavírus apenas 48 horas depois da detecção do primeiro caso da doença no Brasil. “Foi importante pois conseguimos dar o pontapé inicial no entendimento da origem do vírus e de como deveríamos nos comportar em relação à epidemia”, conta. Para se ter uma ideia do feito, outros países levaram em média 15 dias para conseguir o mesmo.

A cientista esteve envolvida em diversas outras iniciativas que marcam evoluções importantes no enfrentamento de epidemias na saúde brasileira, como no caso do Zika vírus. “O fato de termos sido os primeiros a fazer o sequenciamento do coronavírus mostrou do que a ciência brasileira é capaz”, diz. “A ciência está intimamente relacionada ao progresso de uma nação. Sendo assim, investir em ciência é investir no futuro”.

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