O poder do diálogo

"Fico feliz que crianças com a minha origem vão olhar no espelho e sentir que podem almejar serem reconhecidas", diz Emicida. Um dos nomes mais importantes do rap nacional, o músico e empreendedor criou espaço para mais referências negras de peso na cultura pop e, além disso, amplificou discussões extremamente importantes para promover a igualdade racial no país. "É triste que a maioria das pessoas se acomoda em falar pra quem concorda e não pra quem precisa. No final, quem troca ideia sempre vai embora com duas, esse é meu lema", afirma.

O rapper já lançou dois livros infantis e também é dono da Lab Fantasma, hub de entretenimento que funciona como gravadora, canal de TV, loja de roupas, entre outras tantas iniciativas. Em maio deste ano, Emicida lançou uma nova fase do projeto AmarElo, que nasceu como um disco e se transformou em uma ação multiplataforma que promove discussões sobre transformação pessoal, autocuidado e saúde mental, questões fundamentais em tempos de coronavírus. "Não conseguimos controlar a realidade, mas podemos ter algum controle sobre nossa forma de percebê-la. E isso nos dá vantagem no momento de reagir a ela", diz.

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