A favela como protagonista

“Minha formação foi feita na favela, na rua, como camelô. E o que conheço de favela aprendi nela, com os favelados. É por isso que não digo pessoas carentes. Prefiro pessoas potentes”, diz Celso Athayde. O ativista social cresceu na Favela do Sapo, no Rio de Janeiro, e é um dos fundadores da Central Única das Favelas (CUFA), que está presente em mais de 400 cidades e tem como objetivo impulsionar o desenvolvimento de negócios e de profissionais nas comunidades.

Diante da pandemia, ele agiu prontamente e atuou para diminuir os impactos do coronavírus na população mais pobre do país. Mas seu trabalho está longe de acabar. “A favela tem que ser protagonista”, diz. “Ela só vai ser ouvida quando a fala for dela. Isso só será possível se colocarmos nossos nomes à disposição para serem votados”.

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