O observatório de Marcos Caruso

“No Brasil, acredita-se que, depois dos 40, ninguém presta mais”

por Alexandre Potascheff em

Trip FM / Teatro / Televisão / Humor

Marcos Caruso é um dos autores mais bem sucedidos do teatro brasileiro (e, de quebra, ainda faz uns bicos de ator). Só pra te dar uma ideia: a primeira peça que ele escreveu está em cartaz direto / sem parar / ininterruptamente, há nada menos do que 32 anos. Paulistano, ele começou sua trajetória ainda na infância, no teatro amador. Na juventude, a pedido do pai, foi estudar advocacia e, da USP, mais precisamente do Largo de São Francisco, saiu bacharel em direito... e ator profissional: é que sua participação nos grupos de teatro da faculdade lhe rendeu convite para atuar em sua primeira peça, a Rei Momo, de 1973. Na televisão ele debutou cinco anos depois, na novela Aritana, da saudosa Rede Tupi. Ao longo dos últimos 40 anos, participou de algumas das produções mais marcantes da TV do Brasil, como Pantanal e A História de Ana Raio e Zé Trovão, da Rede Manchete; Éramos Seis, do SBT; e Presença de Anita e Avenida Brasil, lá da Rede Globo. Na conversa com o Trip FM, Caruso relembra o inesquecível Leleco - o pai do Tufão lá da novela Avenida Brasil – conta como criou o texto da peça Trair e Coçar é só Começar, fala do seu novo – e premiado espetáculo - O Escândalo Phillippe Dussaert e ainda conta como foi lidar com a fama “tardia”.

ESCUTE A ENTREVISTA COMPLETA NO PLAY ABAIXO:

SET LIST
Television —  1880 or So
Nina Simone —  Ain't Got No - I Got Life
Jorge Ben Jor —  Quero Esquecer Você
Marvin Pontiac —  Runni' Round
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Créditos

Imagem principal: Fernando Martins

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