É namoro ou amizade?

Mês dos namorados, resolvemos checar se o “Ô, lá em casa” tem agradado às leitoras

por Paula Rothman em

Mês dos namorados, resolvemos checar se o “Ô, lá em casa” tem agradado às leitoras. De simples mensagens no celular a propostas de casamento a distância, quase tudo aconteceu com estes belos rapazes que, há pouco mais de um ano, deixam a Tpm mais charmosa

Enquanto alguns bonitões com o título de “ô, lá em casa” receberam apenas dois ou três telefonemas, outros fizeram bastante sucesso. Quem bateu o recorde, logo na estréia da seção, na Tpm # 62, foi o bem casado encanador Genival Nascimento, 39 anos. Dez pessoas, entre homens e mulheres, ligaram pra saber se ele “só fazia encanamento mesmo”. Mas a maior surpresa veio de Rene Diniz, da edição 66. Dentre os três e-mails de homens e dois de mulheres, estava uma proposta de casamento. Era de um brasileiro morando no exterior que ia direto ao ponto: “Vem para a Holanda porque aqui homens podem casar com homens, e você casa comigo”, contou o arquiteto de 35 anos.


Rene teve proposta para casar na Holanda

O contrário aconteceu com Fabrizio Damião, 31. Casado, ele presta serviço de carreto e foi clicado para a Tpm # 71 ao lado de seus labradores. “Meu feedback não foi muito bom, não. Recebi só um torpedinho elogiando a minha cachorra”, conta.


Fabrizio recebeu um torpedo elogiando a cadela

Me chama que eu vou
Enquanto alguns sentiram falta de atenção, outros reclamaram de barriga cheia: “Recebi uma porrada de e-mails e dou graças a Deus por não ter dado meu telefone na revista”, diz Carlos Bernardo Filho, professor de educação física, de 25 anos. Ele chamou a atenção das leitoras da Tpm # 68, interessadas em aulas particulares. Solteiro convicto, ele só levou a sério quem escreveu procurando realmente um personal trainer e descartou qualquer cantada. “Hoje tá sobrando mulher, só não arruma quem não quer”, acredita. Que o diga Jairo Nascimento, da Tpm# 65. Seu celular não parou de tocar, embora, de todas as investidas, somente uma tenha rendido alguns e-mails e fotos trocadas. “Preciso sair de novo na revista para ver se alguém me quer.”


O telefone de Jairo tocou mais do que nunca

Azar no amor, sorte nos negócios. Para o mecânico Alexandre Vital, da edição 69, sair na revista foi “uma delícia”. Nem tanto por causa das cantadas que recebeu, “não sou nenhum Gianecchini”, mas pelas clientes que conquistou. “Uma moça trouxe o carro só para me ver e acabou virando cliente fixa da oficina.”


A fama aumentou a freguesia de Alexandre

Beijo na boca ninguém deu, mas, como a esperança é a última que morre, Tpm continua na busca por homens dignos de ôôô, lá em casa.

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