Contardo Calligaris: 'Se ser feliz é renunciar à variedade das experiências altas e baixas, então não quero ser feliz' // Divulgação / Gabriel Boeiras / Editora Campus-Elsevier
O psicanalista e escritor fala sobre terapia e sua estreia como autor de teatro
27.03.2009 | Texto por Alexandre Potascheff Filmagem Luis Rodrigues
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Ele nasceu em Milão, em 1948, e com 17 anos fez sua primeira grande viagem, fugiu de casa para morar em Londres. De lá passou pela Suíça, onde estudou filosofia, e pela França, onde estudou psicanálise. Trilhou os caminhos lisérgicos da Índia e do Nepal na década de 60; conheceu de perto o sexo livre e a militância na Paris de 1968 e a contra-cultura na Nova Iorque dos anos 70. Aprendeu cinco línguas, casou três vezes e conheceu as mais diferentes pessoas, como Roland Barthes e Jacques Lacan. Chegou ao Brasil em 1986 e, como psicólogo, dividiu seu tempo entre a clínica de Nova Iorque e a de São Paulo, além de ter escrito diversos livros clínicos. Estamos falando deste verdadeiro analista do comportamento humano, o psicanalista Contardo Calligaris, colunista do jornal Folha de S. Paulo, que acaba de estrear como autor teatral com a peça “O Homem da Tarja Preta”, em cartaz aqui em São Paulo no teatro Vera Herz.
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