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O quadro branco

Por Ana Cabral

“Ana, eu quero um quadro branco igual ao da Trip”, foi assim que a repórter Ariane começou a novela do quadro branco para a redação da Tpm. Como produtora, cuido da “logística e infra-estrutura” da revista, então prometi que faria o possível para conseguir o quadro. Como promessa é dívida, dali em diante, pelo menos uma vez ao dia, surgia um e-mail na minha caixa de entrada com o título “quadro”. Percebi que Ariane não sossegaria enquanto não tivesse seu desejo atendido; possuir o quadro para organizar o fluxo de produção da revista – ou seja, saber em que pé está cada seção da Tpm ao longo do mês – havia se tornado uma questão de honra.

 

Quadro comprado, veio a saga das marcações da tabela, porque o quadro deveria ter marcações específicas. E quem faria o trabalho pesado, ou seja, colar linhas coloridas em uma lousa de 90 cm por 60 cm? Então entram em cena Rafa e Carol, chefe e estagiária da equipe de arte, respectivamente, que passaram uma tarde inteira cortando tiras de plástico vermelho de um centímetro de largura para colar no quadro branco.

Por fim, veio o método. Sim, a nova ferramenta da redação da Tpm precisou de uma reunião de equipe para que todos se adequassem às suas regras de funcionamento. E, depois de tanto empenho de produção, texto e arte, é possível observar diariamente a alegria e o sentimento de realização estampado no rosto de uma repórter cada vez que qualquer membro da equipe olha para o belo quadro branco para esclarecer suas dúvidas em relação ao andamento da revista. E, de fato, todas concordamos, que o fechamento da Tpm anda mais organizado.

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