Maio é o mês das mães. Como falamos muito mal delas, mas no fundo somos boas filhas, mais uma vez damos a elas um presente: deixamos que opinem sobre os nossos trabalhos e… publicamos suas idéias! Realmente, vamos para o céu!
“Carolina – porque é esse o lindo nome dela – desde o primário gostava de escrever, e principalmente com a gramática correta. Na faculdade passou por vários órgãos de imprensa – assessoria, jornal, site – até que foi estagiar na Tpm. Depois de formada, trabalhou em outra editora, mas a Tpm sempre a atraiu. Passado um tempo a revista a contratou como repórter e ela se desenvolve cada dia mais e tem um texto gostoso de ler. Vejo um futuro promissor para essa menina, que sempre escreveu com o coração.”
Lais Helena Tobias de Barros, mãe de Carol Sganzerla, diretora de redação interina da Tpm, não se conforma com o fato de a filha assinar “Carol”
“Essas fotos me passaram a sensação de liberdade e de energia positiva… Estampas, pedras… Dá vontade de ter tudo, inclusive a ‘casa no campo’. Essa matéria é a que eu achei mais bonita de todas que o Marcio fez até hoje.”
Maria Soria Banfi, mãe do stylist e professor de styling Marcio Banfi
“As ‘criaturinhas’ e ‘fofoletes’, quando vêm aos pares ou em versão de três (ou até mais), são fofíssimas. Mas a natureza realmente é sábia: a geração anterior não contava, nunca, com a ajuda do pai, que, em última instância, seria aquele com quem a mãe, muitas vezes ‘marinheira de primeira viagem’, poderia compartilhar aquelas experiências todas – tanto nos momentos difíceis quanto nos primeiros passos. Benditos sejam os pais de agora, que acompanham de perto um novo ser descobrindo o mundo. E o que dizer quando são dois ou três? Trabalho, mas alegria triplicada!!!”
Gaby Menai, mãe da colunista Tania Menai, comentando o texto da filha sobre o boom de trigêmeos nos Estados Unidos
“A minha ‘bebê de Rosemary’ saiu uma boa escritora, porém vou lhes contar um segredo: ela é talvez como Kevin um ‘pouco paranóica’, porque ser mãe, para mim, não é assim tão terrível! Eu discordo dela, enfim as mães sempre estão dando opinião até quando não foi pedida por ninguém, que bom ter esta oportunidade! Quando nasceu meu anjinho EU NÃO ME ARREPENDI!”
Eva Susana Lichtenstein, mãe da colunista Diana Corso, comentando a coluna da filha dessa edição
“Acho bom que neste Badulaque a Nina tenha falado sobre 1808. Ela citou vários livros. Alguns ela leu, até por indicação minha. Se ela não soubesse nada sobre isso iria ficar frustradérrima, porque não teria valido a pena tê-la levado a tantos museus desde pequena. Em tempo, D. João nunca foi imperador, ele foi príncipe regente. E, quando morreu D. Maria, foi aclamado rei de Portugal. Quanto às galochas, ia adorar que a Nina as usasse, porque ela não molharia os pés na chuva, o que evitaria gripes. Sim, somos obsessivas com isso, porque com o tempo a gente aprende a se prevenir. Adoraria que as galochas fossem moda entre pessoas da minha idade.”
Maria Amélia Lemos, museóloga e mãe da filha única, Nina Lemos
