Nana Rizinni, 32 anos, adora cores em geral, mas prefere as primárias. Isso porque, pouca gente sabe, a cantora é daltônica. Confunde azul com vermelho, preto com marrom. “Entre as primárias, consigo diferenciar”, explica. Ela só não liga para o assunto quando está diante dos seus objetos de infância. “Quase surto quando os vejo.” São bonecos e coisinhas da vida em Michigan, nos Estados Unidos, onde morou dos 5 aos 9 anos. Na sua São Paulo atual, Nana divulga o álbum I said enquanto trabalha no próximo, produzido pelo ex-Cansei de Ser Sexy Adriano Cintra.
1. Camiseta da Madonna “Uso como pijama.” 2. Camiseta “I am not Lady Gaga” “Um amigo mandou fazer.” 3. Mapa-múndi “Olho para ele todo dia, quero viajar!” 4. Moleskine “Minha vida!” 5. Pantufas “Trabalho em casa com elas.” 6. e 7. Gravata e suspensório “Eram da minha mãe.” 8. Polainas “Nem sei usar direito.” 9. Violão “Componho todas as músicas nele.” 10. Máscara “Trouxe de Recife.” 11. CD Blunderbuss, de Jack White “Estou obcecada por esse cara.” 12. Porta-uísque “Carrego pra cima e pra baixo.” 13. Fusca de brinquedo “Meu sonho de criança era ter um Fusca, ainda piro quando vejo um na rua.” 14. Cabeça de boneca “Uma amiga viu e se lembrou de mim.” 15. Brincos de caveira e de hambúrguer “Os únicos que tenho.” 16. Amuleto “Para dar sorte.” 17. Munhequeira “Bem bizarra, um amigo me deu.” 18. Uniforme “Fui escoteira nos EUA.” 19. Pasta com adesivos Amar É… “Minha mãe fez para o meu pai.” 20. Caderno de perguntas para as amigas responderem “É genial!” 21. Patins “Achei que seria patinadora profissional.” 22. Caneca do Kennedy Space Center “Meu pai me deu quando eu era criança, tomo café com leite nela.” 23. Fone M&M’s “Quebrou na semana da foto.” 24. Maracas “Ganhei da Liz, filha da [cantora] Tiê.”
