Graziela e Filó posam para a foto. Os sofás e mesinhas já estavam na casa, a artista foi então recheando o ambiente com objetos trazidos de viagens
No meio de um bairro supermovimentado de São Paulo, uma vila com ares de interior é o endereço da artista plástica Graziela Pinto
Para a artista plástica Graziela Pinto, 32, um dos grandes segredos da vida é acordar cedo e respirar. Adepta do guru indiano Sri Sri Ravi Shankar (não confunda com o músico), ela e o marido diariamente praticam os exercícios de respiração e meditação ensinados pelo mestre. Após o ritual, iniciam o dia. Graziela pega a cachorrinha Filó e segue, muitas vezes a pé, ao seu ateliê, distante uns 3 quilômetros de casa.
De volta depois de passar o dia trabalhando em suas telas, uma Graziela suja e cheia de tinta adentra sua casa de vila com ares de interior e vai direto pro chuveiro. Não raro, topa com algum amigo do marido que veio passar alguns dias na cidade. A casa, sempre aberta aos visitantes, tem a geladeira preparada para eles: cheia das guloseimas prediletas dos mais chegados – apesar da alimentação saudável do casal. Saudável também é a casa: desde sempre o lixo é reciclado, e o carro quase nunca é usado.
Quando Graziela decidiu viver com o marido, ele já morava na casinha, e sua tia, a decoradora Rosa May, o havia ajudado a montar o ambiente. O básico, como sofás, mesas e armários, já estava lá. Com a chegada da artista, o lar ganhou mais cores, detalhes e feminilidade. Foi recheado com lembranças de viagens conjuntas e também com quadros – de Graziela e de seus amigos do ateliê Fidalga, onde se reúnem uma vez por semana para trocar experiências. A primeira “filha” do casal, a galinha garnisé Tita, era tratada como gente e acabou morrendo comida por um gato, um baque para a família. Filó, a segunda “filha”, já tem um ano e em breve deve ganhar companhia, desta vez humana. Em janeiro, Graziela e Bernardo se casaram na Índia, em uma cerimônia tradicional que durou dias. Com tantas bênçãos de prosperidade e fertilidade, não será surpresa se um bebezinho aparecer na vila logo mais.
Foto de Bernardo voando no Paris-Dakar acompanhada de vários bonequinhos da coleção do casal / Créditos: Rômulo Fialdini
O quadro de cabeceira é da fase “flores”, de Graziela. O leãozinho está com eles desde o início do namoro / Créditos: Rômulo Fialdini
A recamier antiga recebe almofadas de flores garimpadas no mundo todo. O quadro, de Graziela, é da série “Oras Bolas” / Créditos: Rômulo Fialdini
O adesivo da porta da sauna é da Urban Summer. A edícula da casa virou academia de ginástica / Créditos: Rômulo Fialdini
Na cozinha, onde eles jantam juntos, adesivo da Urban Summer e quadros de Graziela / Créditos: Rômulo Fialdini
No detalhe, o vaso sanitário ganhou as bolinhas que caracterizam a nova fase da artista plástica / Créditos: Rômulo Fialdini
No reflexo do espelho do lavabo, quadro de Lúcio Carvalho / Créditos: Rômulo Fialdini
No detalhe, quadros dos amigos artistas do ateliê Fidalga / Créditos: Rômulo Fialdini
O quadro de luz Céu foi feito por Graziela e fica no chão, bem na entrada da casa / Créditos: Rômulo Fialdini
O enorme toy art dá boas-vindas a quem chega. O vaso azul foi presente de casamento da irmã de Graziela e o espelho veneziano foi comprado pelo casal em um antiquário de São Paulo / Créditos: Rômulo Fialdini
O relógio antigo de estação de trem foi presente do pai de Graziela. A luminária da mesa de jantar é do designer alemão Ingo Maurer. O macaquinho, perto dos quadros dos artistas do ateliê Fidalga, é da marcenaria Trancoso / Créditos: Rômulo Fialdini
A luminária Sublimação, de Bernardo Senna, foi comprada na lojinha do MAM, no Rio de Janeiro / Créditos: Rômulo Fialdini
Graziela e Filó posam para a foto. Os sofás e mesinhas já estavam na casa, a artista foi então recheando o ambiente com objetos trazidos de viagens / Créditos: Rômulo Fialdini
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