As cerâmicas de Gisele Gandolfi são conhecidas por seu charme e leveza. Os chefs Alberto Landgraf, Carla Pernambuco e Ana Luiza Trajano já escolheram peças da sua marca, a Muriqui Cerâmicas, para servir as delícias de seus restaurantes. Mas a produção dos requisitados apetrechos precisava de um espaço próprio tão charmoso quanto as coleções que Gisele lança a cada ano. Por isso, ela optou por deixar o ateliê no bairro de Perdizes, em São Paulo, e transferi-lo para Ibiúna, no interior do estado. “O tempo do barro é outro, diferente do tempo da cidade. E a cerâmica precisa de espaço”, diz Gisele.
O sítio que escolheu para abrigar a casa e o trabalho é da família há muitos anos. A construção foi feita sem projeto formal, apenas com a ajuda de amigos arquitetos e com uso de material de demolição, peças achadas à beira-estrada e material sustentável. “A minha cabeça já fala demais, meus pensamentos são muito altos. Para trabalhar, preciso de lugares assim, me sinto conectada com este lugar”, diz a ceramista. Entre idas e vindas de São Paulo, é em Ibiúna que Gisele tenta ficar a maior parte do tempo. “Depois de tanto perambular por aí em viagens, é neste lugar que eu me sinto em casa.”
Créditos: André Klotz
Lanche - Na cozinha, aberta para a sala, Gisele prepara café para nossa equipe / Créditos: André Klotz
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Apetrechos - As ferramentas que Gisele usa são especiais para cerâmica ou achadas em lojas de equipamentos médicos / Créditos: André Klotz
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Lar, doce lar - Na varanda, Gisele com o cachorrinho Z. O portão de metal foi presente de Ana Luiza Trajano e a cadeira azul era dos seus avós / Créditos: André Klotz
Aconchego - A colcha foi feita pela avó e é relíquia da família. Ao lado direito, o baú serve de mesa para computador e impressora. O quadro foi pintado pela irmã / Créditos: André Klotz
Roxo - No quarto, a gata Maitê anda pelos azulejos com fotos. Gisele começou este ano a fazer a técnica de impressão em cerâmica / Créditos: André Klotz
Do alto - Na visão do mezanino que abriga o quarto, bastante luz e espaço. “Gosto que seja amplo, para dar vazão às ideias” / Créditos: André Klotz
Suco verde - “Uso estes brotos de milho e trigo para fazer suco verde. Ali ao lado tem também uma horta”, diz. A escada serve para tudo / Créditos: André Klotz
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