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Comemoração

Sim, nós jornalistas também temos um dia (descobrimos que é hoje, 7 de abril, através das dezenas de releases recebidos por assessorias de imprensa de todo tipo). Aproveitando a deixa, perguntamos para os jornalistas das redações da Trip como eles enxergam a profissão. Confira algumas opiniões:

 

“Ser jornalista é ter a obrigação de assistir filmes, ler livros, ouvir discos, conversar com pessoas interessantes, ir a shows, lugares surreais e fazer um esforço descomunal para não parecer tão tiete quando você tem que entrevistar algum ídolo.” Cirilo Dias, repórter do site da Trip

 

“Eu cresci achando que jornalista era o máximo! Meus pais são jornalistas, e em casa sempre iam seus “colegas”: pessoas bacanas, inteligentes, que discutiam sobre música, cinema, política – eram petistas engajadíssimos! À época, jornalista começava trabalhando em jornal, cobrindo buraco de rua, fazendo pescoção, até um dia vir a ser um crítico, um puta repórter. Bom, de lá pra cá muita coisa mudou. Apareceu o google, a globalização, o tempo e dinheiro disponíveis para se fazer uma boa reportagem diminuiram, as funções aumentaram. Sem mais delongas, ainda existe prazer na profissão, mas ela é menos bacana do que eu achava que seria.” Fernanda Paola, repórter da Tpm

 

“É ouvir a vida inteira que a gente escreve bem, mas nunca achar que é bom o bastante. É também ser filtro do google, e se descabelar quando cai a rede na redação.” Paula Rothman, estagiária da Tpm

 

“Resumindo bem, ser jornalista é ter boa internet e boas idéias. O resto o wordpress faz de graça.” Endrigo Chiri Braz, editor de mídias eletrônicas

 

“Ser jornalista é querer tudo pra ontem, dormir com o celular ligado e ter que explicar pra avó porque a gente não trabalha na Veja e nem no Jornal Nacional.” Lia Bock, editora da Audi Magazine

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