Ícone do site Trip | Conteúdo que transforma

Calcinhas na vitrola

Imitadora de artistas das novelas do passado, contadora de causos, personal iPodder e Dj em noites de festa, Cris Nau­mo­vs, diretora de arte da Tpm, conta o que vale ouvir este mês 

Momento, Bebel Gilberto (Universal Music) – O terceiro disco da moça só confirma o que já tinha sido mostrado antes: ela é uma das melhores. Misturando referências nem sempre óbvias, de Chico Buarque a Cole Porter, Bebel canta o amor, as cidades e a vida num mesmo momento.
 

No Promises, Carla Bruni (Naive) -Pra quem não gosta de música francesa, esta é a chance ideal. A voz linda da cantora francesa cantando em inglês, embora todo o resto da terra de Maria Antonieta esteja lá: a doçura, a voz lânguida e a sensualidade discreta.
 

Yes, I’m a Witch, Yoko Ono (EMI) – Ela é a mulher que aprendemos a odiar desde sempre, a que acabou com os Beatles. Aqui ela assume: sim, é uma bruxa. Jogou seus maiores sucessos na mão de gente nova, como Cat Power. O resultado é ar novo para a velha senhora, no alto dos seus 71 anos.
 

Stax 50th: 50th Anniversary Celebration
, vá­rios (Stax) Muito se fala da Motown, mas a Stax foi vital pra música negra. De um tempo em que as pérolas do pop perfeito davam em árvore, as 50 músicas do disco valem cada centavo. 

Introducing Joss Stone, Joss Stone (EMI) Depois de dizer a que veio com dois discos, a menina cresceu. Este novo tem tudo de delicioso que os outros dois tinham, mas agora com mais maturidade, a voz ainda melhor, mais serena e, o mais sensacional, um duo com a diva Lauryn Hill. 

Sair da versão mobile