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Brincadeira de adulto

Para brincar escondido, ou guardar de lembrança, crianças com mais de 30, ou quase isso, entram na roda e apresentam seus fantoches 

Flavia Coradini, 33, é redatora publicitária “Queria muito ser a Emília quan­­do criança. Com 5 anos, tive um ímpeto de cleptomania e roubei uma igualzinha a esta na pré-escola que eu freqüentava. Minha mãe ficou lou­ca, me fez devolver, e assim eu ganhei minha pró­pria Emília. Isso foi em 1978. Quando minha so­brinha descobriu a boneca em casa, elas também viraram amigas inseparáveis.”

 

2. Gunter Sarfert, 29, é designer e vocalista da banda Jumbo Elektro “Feito na Alemanha, na década de 20, este trem também fez parte da infância do meu pai. Quando eu era criança, no começo dos anos 80, ele funcionava perfeitamente. Com um trenzinho destes, era difícil eu dar bola para o Ferrorama da época. Agora estou pensando seriamente em levá-lo para um especialista restaurar.”

3. Marcelo Sommer, 39, é estilista “O Charlie Macartie é um boneco ventríloquo de 75 anos de idade. Era do meu irmão há anos e, no último Natal, ele mandou restaurar no Hospital das Bonecas e me deu de presente. O Charlie é a coisa mais linda.”

 

4. Regiana Queiroz, 31, é artista plástica e psicanalista “Comecei a fa­zer os bonecos ano passado, logo que mudei para Itá­lia. Comprei uma máquina de costura e mui­tos tecidos. No começo eram ursinhos, cachorri­nhos, mas eles foram tomando formas estranhas, o que foi ótimo. Sou tão compulsiva que, de­pois de um mês, tinha tantos bonecos que eles nem sequer cabiam no quarto de hóspedes.”

Vai lá: www.digigi.com

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